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Brexit

Boris Johnson vê probabilidade de acordo com a União Europeia fracassar

O governo afirma que a UE tenta vincular o país às regras e regulamentos do bloco indefinidamente, em vez de tratá-la como uma nação independente.

Publicado em 12 de Dezembro de 2020 às 17:53

Redação de A Gazeta

Publicado em 

12 dez 2020 às 17:53
Boris Johnson, primeiro-ministro do Reino Unido
Boris Johnson, primeiro-ministro do Reino Unido Crédito: Reprodução | Twitter (@borisjohnson)
O primeiro-ministro do Reino Unido, Boris Johnson, disse ser muito provável que as negociações com a União Europeia (UE) para um acordo econômico de última hora terminem sem ser fechado Johnson e a presidente da Comissão Europeia, Ursulla von der Leyen, estabeleceram prazo até domingo (13) para decidir se continuam conversando ou se preparam uma pausa sem acordo. Embora ambos os lados desejem chegar a um consenso sobre os termos de um novo relacionamento comercial antes de 1º de janeiro, eles têm visões fundamentalmente diferentes sobre o que isso implica.
Nas negociações, a UE exige garantias de igualdade de condições, em troca de acesso a seus mercados. O bloco teme que o Reino Unido corte os padrões sociais e ambientais que estipulou e injete dinheiro estatal nas indústrias do país, tornando-se um rival econômico de baixa regulamentação.
Já do lado britânico, há o temor por uma redução de sua soberania. O governo afirma que a UE tenta vincular o país às regras e regulamentos do bloco indefinidamente, em vez de tratá-la como uma nação independente.
Diante do impasse e do pouco tempo para se chegar a um consenso, Von der Leyen afirmou que um Brexit sem acordo é o resultado mais provável. Após participar de uma cúpula de dois dias com 27 líderes da UE, ela disse que a questão do alinhamento com as regulações do bloco não precisa ser um problema. "Eles permaneceriam livres, soberanos, se quiserem, para decidir o que querem fazer", disse ela. "Simplesmente adaptaríamos as condições de acesso ao nosso mercado". Já o primeiro-ministro britânico afirmou que há uma "probabilidade mais alta" de o acordo fracassar. 

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