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Leonel Ximenes

Mais partos normais no Espírito Santo

O preço da joia no Espírito Santo subiu 8,12% no ano, de acordo com o IBGE. Será que é por causa da demanda?

Publicado em 21 de Julho de 2018 às 19:46

Públicado em 

21 jul 2018 às 19:46
Leonel Ximenes

Colunista

Leonel Ximenes Leonel Ximenes
Luísa Torre (interino)
A bela deste domingo é a paisagista e consultora Thalita Legora, de 28 anos. Engenheira de formação, a capixaba batalha por um mundo mais sustentável, inspirada pela avó, que sempre a incentivou a preservar a natureza Crédito: Nicolas Mignani
Os esforços para reduzir o número de partos por cesariana têm dados frutos no Espírito Santo. Nos últimos cinco anos, o número proporcional de partos normais em relação a cesarianas cresceu. Em 2013, 33% dos nascimentos (ou seja, 17.848 dos 54.084 bebês) eram por vias naturais. Em 2017, dos 55.852 nenéns que conheceram o mundo nos hospitais do Estado, 21.347 chegaram em partos normais, o que equivale a 38,22% dos partos.
Via natural
Os dados são da Secretaria de Estado da Saúde (Sesa). Neste ano, no primeiro semestre, 38,47% dos nascimentos realizados no Estado foram por via natural.
Bicentenária
A Santa Casa de Misericórdia de Vitória está completando 200 anos de existência na Vila Rubim. O terreno do hospital fazia parte da antiga Fazenda Campinho, na região do Parque Moscoso, e foi doado pela moradora de Vitória Maria de Oliveira Subtil, em 1818, para a construção de um hospital da caridade.
Um pouco de história
Antes, a Santa Casa funcionou em Vila Velha. Foi fundada há 473 anos, em 1545, por Vasco Fernandes Coutinho. Em 1605, foi transferida para a Cidade Alta, em Vitória, onde funcionou por mais 213 anos na Capela da Misericórdia. O local deu lugar à antiga Assembleia Legislativa, atual Palácio Sônia Cabral.
Procissão tradicional
Para marcar o bicentenário, uma procissão vai sair hoje, às 9h30, do Palácio Sônia Cabral em direção ao hospital. A Procissão da Visitação é organizada pela Paróquia São Pedro, da Vila Rubim, para resgatar a tradição da visita anual dos fiéis aos enfermos na Santa Casa. Doações serão aceitas.
Tecido diferente
Entreouvido numa loja de departamento de um shopping de Vitória: “Adoro esse tecido... Chay
Suede!”
De olho na saúde
O governo do Estado comprou equipamentos para montar 35 academias populares. Mas... ainda não foi definido para onde irão os aparelhos, nem mesmo os critérios
técnicos para que os municípios
interessados se manifestem.
Os remanescentes
Dono de uma das últimas locadoras de Vitória, que está fechando as portas, contou que está alugando os blu-rays a R$ 7 e vendendo a R$ 5. Mas tem gente que leva e ainda devolve os filmes.
De outra geração
Ele ainda contou que percebeu que iria ter que fechar em breve quando entrou um pai com filhos de 8 e 9 anos na locadora e perguntou, apontando para um filme: “papai, o que é isso?”.
A passos lentos
Por falta de orçamento, o Tribunal de Justiça do Estado decidiu não digitalizar seus processos. Optou-se por investir na implantação do Processo Judicial Eletrônico. Atualmente 95 das 313 varas e juizados já aceitam as ações digitais.
Cai, não cai
Neymar fez uma nova tatuagem onde se lê “Gigante por Natureza”. Mas tem gente dizendo que “Deitado Eternamente” cairia melhor. Maldade...
Padrão sofrido
Diálogo em um café em Vila Velha. O cliente perguntou: “Esse sonho, vocês que fazem aqui?”. No que o atendente responde: “Sim, tudo é daqui. Por quê? Se eu falasse que não fosse daqui você não ia comer?” Depois não pode reclamar do PAC (Padrão de Atendimento Capixaba)....
Mas é articuladão
Tem gente dizendo que o nome mais adequado para o “centrão”, que concentra muitos partidos historicamente dados ao fisiologismo, seria “parasitão”.
Moqueca com samba
Hoje é dia de samba no Mercado São Sebastião, em Jucutuquara, Vitória. Vai ter moqueca feita pelo chef Geraldo, de Manguinhos, e Kleber Simpatia, com bateria da Unidos de Jucutuquara.
No século passado
Pais dos alunos de uma escola particular de Colatina fizeram uma carta de repúdio após, durante a festa junina da escola, duas meninas “se casarem” na roça.
Viva a cultura popular
Três líderes da cultura popular de Cachoeiro do Itapemirim receberam homenagem ontem em Vitória. Uma delas é Dona Isolina, mestra de bate-flecha e do caxambu.
Diz aí...
Se uma creche chamar Arco-Íris é apologia à homossexualidade, fazer gesto de arma na mão de uma criança é apologia a quê?

Leonel Ximenes

Leonel Ximenes Leonel Ximenes

Iniciou sua história em A Gazeta em 1996, como redator de Esporte e de Cidades. De lá para cá, acumula passagens pelas editorias de Polícia, Política, Economia e, como editor, por Esportes e Brasil & Mundo. Também atuou no Caderno Dois e nos Cadernos Especiais e editou o especial dos 80 anos de A Gazeta. Desde 2010 é colunista. É formado em Jornalismo pela Universidade Federal do Espírito Santo.

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