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Luto

Parceiro olímpico, Luiz Felipe lembra da importância de Oscar para o basquete capixaba

Ex-ala e colega de Seleção Brasileira lamentou a perda do Mão Santa

Publicado em 17 de Abril de 2026 às 22:45

Redação de A Gazeta

Publicado em 

17 abr 2026 às 22:45
Luiz Felipe Azevedo, capixaba e ex-jogador da Seleção Brasileira de basquete
Arquivo Pessoal

A morte de Oscar Schmidt, aos 68 anos, nesta sexta-feira (17), segue repercutindo entre nomes importantes do basquete nacional. Companheiro de geração e ex-colega de Seleção Brasileira, o capixaba Luiz Felipe Azevedo lamentou a perda do ídolo e destacou o legado deixado pelo “Mão Santa”.


Integrante do elenco do Brasil, nos Jogos Olímpicos de Seul, em 1988, ao lado de Oscar, Luiz Felipe construiu uma carreira marcante também em clubes, com destaque para sua passagem pelo Rio Claro Basquete.


Hoje, com 61 anos, o ex-ala ressaltou a importância do Mão Santa para o basquete brasileiro, mundial e capixaba. Luiz Felipe lembra que o Oscar foi um dos fundadores da extinta Nossa Liga de Basquetebol (NLB), que, em sua única temporada disputada, contou com dois times do Espírito Santo: Saldanha da Gama e Cetaf.


"Hoje não perdemos só um ídolo nacional, mas um ídolo mundial. Uma pessoa também que, há tempos atrás, se preocupou com o basquetebol, até mesmo o capixaba, quando oportunizou que equipes pudessem participar da Nossa Liga de Basquetebol, sendo até mesmo fundadores. O Oscar deixa um grande legado, um cara que lutou pelo esporte, viveu o esporte intensamente", lamentou Luiz Felipe, dono do Cetaf, que atualmente disputa a Liga Ouro, segunda divisão do NBB.


O ex-atleta também destacou a convivência com o “Mão Santa” dentro das quadras e a importância dessa parceria em sua trajetória.


"Certamente vivemos os nossos melhores dias juntos, conquistando grandes coisas, transportando grandes desafios. Foi um imenso prazer conviver e dividir espaço nas quadras do Brasil, disputando grandes campeonatos com ele ao meu lado. Obrigado, Oscar. Obrigado, Oscar".


A despedida de Oscar Schmidt marca o fim de uma era no basquete brasileiro. Referência dentro e fora das quadras, o ex-jogador deixa um legado que atravessa gerações e segue inspirando atletas em todo o país.

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