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Capixabas no Pan: ginasta Natália Gaudio busca medalha inédita

Experiente ginasta vai para seu terceiro Pan, mas desta vez tem confiança de sobra após uma temporada recheada de conquistas

Publicado em 22/07/2019 às 12h28
A ginasta capixaba Natalia Gaudio. Crédito: Ricardo Bufolin/CBG
A ginasta capixaba Natalia Gaudio. Crédito: Ricardo Bufolin/CBG

Uma imensidão de atletas com um mesmo objetivo: brilhar no Peru. São mais de 6 mil esportistas das Américas nos Jogos Pan-Americanos de Lima 2019 e entre eles, um grupo de capixabas quer levar o nome do Espírito Santo ao lugar mais alto do pódio.

Com mil motivos para acreditar. A experiente ginasta Natália Gaudio, de 26 anos, vai para seu terceiro Pan-Americano da carreira e desta vez está mais confiante do que nunca com a conquista da medalha inédita em Lima, no Peru. Ela hoje é o principal nome da modalidade no Brasil. Seu melhor resultado até hoje foi um 8º lugar em Toronto, em 2015.

Foram boas participações na temporada que lhe renderam um ritmo intenso e moral elevado para a principal competição do ano. No Sul-Americano de Ginástica Rítmica na Colômbia, em junho, a ginasta foi heptacampeã. E mais: no Brasileiro de Ginástica Rítmica, no mesmo mês, mais do que três ouros e três pratas, ela alcançou a nota mais alta da carreira, um incentivo a mais para o Pan de Lima.

“Com certeza passar dos 19 pontos me motivou mais ainda a continuar trabalhando forte para o Pan, porque vi que tenho possibilidade de melhorar cada dia mais. Alcancei notas muito boas no Brasileiro, esse recorde foi na série de maças (19.650). Espero chegar preparada e forte para competir os quatro aparelhos e alcançar notas bem altas também no Pan.”

É no arco e nas maças que Natália Gaudio espera brilhar e, desta forma, acabar com a festa norte-americana. Isso porque a hegemonia da ginástica dos Estados Unidos no lugar mais alto do pódio do Pan-Americano vem desde 2003. 

Natália Gaudio em seu primeiro Pan-Americano: o de Guadalajara, em 2011. Crédito: Fábio Vicentini/Arquivo
Natália Gaudio em seu primeiro Pan-Americano: o de Guadalajara, em 2011. Crédito: Fábio Vicentini/Arquivo

“Me sinto muito confiante na série de arco e de maças. Fiquei em primeiro lugar na semifinal e na final do Campeonato Brasileiro nesses aparelhos - e também na bola. Só fiquei em segundo lugar na fita. Então estou indo com força total nesses dois aparelhos.”

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