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Leonel Ximenes

Governo reconhece baixos salários e desmotivação na Segurança do ES

Plano Estadual de Segurança Pública e Defesa Social 2019-2022 também relacionou os quatro principais desafios a serem superados no setor em quatro anos

Publicado em 09 de Janeiro de 2020 às 05:00

Públicado em 

09 jan 2020 às 05:00
Leonel Ximenes

Colunista

Leonel Ximenes

Policiais militares no QCG de Maruípe: desafio é motivar a tropa Crédito: Arquivo
O governo do Espírito Santo reconheceu no “Plano Estadual de Segurança Pública e Defesa Social 2019-2022”, publicado no dia 2 deste mês, que a remuneração dos servidores e a desmotivação deles são as fraquezas a serem superadas no ambiente interno da gestão. O documento estabelece as diretrizes a serem adotadas na área.
Dentre as fraquezas reconhecidas pelo governo estão: limitações orçamentárias em razão do ajuste fiscal; déficit de efetivo ativo das forças de segurança pública e de defesa social; remuneração dos servidores bem abaixo da média nacional; defasagem tecnológica e falta de equipamentos e sistemas de TIC; desmotivação dos servidores da área de segurança pública e de defesa social; insuficiência do corpo técnico especializado para desenvolvimento de infraestrutura; e ausência de escritórios de projetos institucionalizados.
Já nas oportunidades, o projeto relata que a participação efetiva do governador Casagrande é um diferencial, assim como o comprometimento dos funcionários públicos.

OS QUATRO DESAFIOS DA SEGURANÇA PÚBLICA NO ES

O texto, que exalta o programa Estado Presente, detalha que são quatro os eixos de desafios. O primeiro é reduzir os homicídios dolosos. O Plano de Desenvolvimento Espírito Santo 2030 definiu como uma das metas estratégicas para Segurança Cidadã reduzir a taxa de homicídios para 30 por 100 mil habitantes até 2020, e para 10 por 100 mil habitantes até 2030. Em 2019, essa taxa foi de 24,3.
Ainda estão entre as metas a redução de crimes contra o patrimônio e os  acidentes fatais de trânsito. O programa propõe também reduzir o número de desastres naturais e suavizar seus efeitos.

Leonel Ximenes

Iniciou sua historia em A Gazeta em 1996, como redator de Esporte e de Cidades. De la para ca, acumula passagens pelas editorias de Policia, Politica, Economia e, como editor, por Esportes e Brasil & Mundo. Tambem atuou no Caderno Dois e nos Cadernos Especiais e editou o especial dos 80 anos de A Gazeta. Desde 2010 e colunista. E formado em Jornalismo pela Universidade Federal do Espirito Santo.

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