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Injúria e difamação

Textor, dono da SAF do Botafogo, processa presidente do Palmeiras

Textor alega ter sido ofendido por Leila em três ocasiões, quando foi chamado de "fanfarrão", "idiota" e "vergonha do futebol nacional"

Publicado em 24 de Maio de 2024 às 14:15

Agência Estado

Publicado em 

24 mai 2024 às 14:15
John Textor comemora compra da SAF do Botafogo: 'Vim para construir um time campeão'
John Textor , presidente da SAF do Botafogo Crédito: Vítor Silva/Botafogo
O americano John Textor, dono da SAF do Botafogo, entrou na quinta-feira com um processo contra Leila Pereira, presidente do Palmeiras, por injúria e difamação. A ação corre na 30ª Vara Criminal do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) e será julgado pelo magistrado Marcus Alexandre Manhães Bastos. O empresário cobra uma indenização no valor de R$ 100 mil. A  assessoria do Palmeiras informou que a dirigente não foi notificada.
Textor alega ter sido ofendido por Leila em três ocasiões. A primeira quando foi chamado por ela de "fanfarrão", em entrevista para a CazéTV, no dia 7 de abril. A segunda, um dia depois, quando o chamou de "vergonha do futebol nacional". E a terceira, durante a participação do programa "Roda Viva", em que Leila o ofendeu de "idiota", no dia 22 de abril.
Os bastidores entre os dirigentes ficaram estremecidos após Textor afirmar que o Palmeiras foi beneficiado nos dois últimos anos por manipulações de resultados no Campeonato Brasileiro. As alegações do acionista botafoguense são baseadas em relatórios da empresa francesa "Good Game!", empresa francesa especializada em checar e analisar lances de arbitragem, como cartões vermelhos, impedimentos e gols anulados, por meio de Inteligência Artificial.
Textor ainda acusou o São Paulo por ter cinco jogadores da equipe terem participado de uma suposta manipulação, na derrota diante do Palmeiras por 5 a 0, no ano passado. O presidente do clube tricolor, Julio Casares, repudiou as acusações e pediu para que o americano provasse aquilo que estava falando.
A declaração do dirigente aconteceu durante o seu depoimento na CPI da Manipulação de Resultados, no Senado Federal. Leila Pereira, assim como membros da CBF, também estão programados para depor.

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