Sair
Assine
Entrar

Entre para receber conteúdo exclusivo.
ou
Crie sua conta A Gazeta
Recuperar senha

Preencha o campo abaixo com seu email.

  • Início
  • Esportes
  • Volta do Carioca dependerá de curva de contágio, diz prefeito do Rio
Pandemia de coronavírus

Volta do Carioca dependerá de curva de contágio, diz prefeito do Rio

O prefeito do Rio de Janeiro, Marcelo Crivella (Republicanos), não cravou a volta do Campeonato Carioca no dia 14 de junho, como sugeriram os clubes em reunião realizada na véspera com a autoridade

Publicado em 25 de Maio de 2020 às 19:04

Redação de A Gazeta

Publicado em 

25 mai 2020 às 19:04
Estádio do Maracanã
Estádio do Maracanã, sede de duas finais de Copa do Mundo Crédito: Pixabay
Em entrevista coletiva realizada nesta segunda-feira (25), o prefeito do Rio de Janeiro, Marcelo Crivella (Republicanos), não cravou a volta do Campeonato Carioca no dia 14 de junho, como sugeriram os clubes em reunião realizada na véspera com a autoridade. O político condicionou o retorno da competição à curva de casos de Covid-19 no mês em questão.
"Nós propusemos (voltar a ter em) julho os jogos sem torcida, mas eles (clubes) pediram primeiro para verificar a curva em meados de junho. Se será na segunda quinzena de junho ou não (a volta do Carioca), isso ainda não podemos prometer, porque tem que ser de acordo com as curvas (de casos de Covid-19) de meados de junho. Segundo nossos técnicos, a curva chegará a 0.1 ou 0.0, porém temos que esperar a confirmação", declarou.
Em relação aos treinos, Crivella liberou a volta agora, mas com a condição de que seja apenas para fisioterapia e atividades físicas. O prefeito também deu uma alfinetada nas emissoras que têm feito imagens aéreas dos treinos do Flamengo, de volta mesmo antes da liberação das autoridades.
"Quero alertar o seguinte: pode ser que o drone verifique o treinamento, mas é fisioterapia com bola (risos). O treino coletivo, o 'rachão', está proibido e só volta em junho, mas a fisioterapia está liberada." Na sequência, ao ser lembrado que junho terá início na próxima segunda (1º), confirmou a retomada em breve. "Já poderá começar a ter o rachão, mas nós vamos nos reunir para ver a data", disse.
O prefeito do Rio também fez questão de elogiar o protocolo "Jogo Seguro", elaborado pelos departamentos médicos de clubes cariocas junto com a Ferj (Federação de Futebol do Rio de Janeiro): "Quero parabenizar os clubes pelo protocolo que apresentaram. Foi aplaudido por todos. As medidas são para todos os atletas, funcionários, familiares... Um cuidado espetacular".
A grande ressalva em toda essa questão que envolve a volta do futebol carioca é o fato de Botafogo e Fluminense deixarem explicitamente que estão contra o retorno nos moldes e datas que as autoridades sugerem, inclusive não tendo participado das reuniões.
O time tricolor, aliás, emitiu mais uma nota oficial na manhã desta segunda em tom de protesto. No domingo (24), em participação no Sportv, o presidente do Fluminense, Mário Bittencourt, alfinetou o que Crivella chamou de "treino de fisioterapia com bola":
"Essa nota (da prefeitura) fala em treino de fisioterapia com bola. Com todo respeito, o Muricy (Ramalho) está aí, o Paulo Nunes também... Isso é para inglês ver. As pessoas vão treinar com bola, vão fazer coletivo, não vai ter ninguém filmando o CT. Fisioterapia com bola? Pelo amor de Deus. Está se ultrapassando todos os limites nesse momento."

Este vídeo pode te interessar

Viu algum erro?
Fale com a redação
Informar erro!

Notou alguma informação incorreta no conteúdo de A Gazeta? Nos ajude a corrigir o mais rapido possível! Clique no botão ao lado e envie sua mensagem

Fale com a gente

Envie sua sugestão, comentário ou crítica diretamente aos editores de A Gazeta

A Gazeta integra o

Saiba mais

Recomendado para você

Imagem de destaque
Hantavírus pode ter se espalhado entre passageiros no navio em que 3 já morreram, diz OMS
Porta de apartamento com chave, aluguel, moradia, casa nova
Selic cai novamente: na compra do imóvel, tempo vale mais que taxa
Lula
Soberania, memória e o futuro em disputa: Brasil precisa de um caminho, não de um atalho

© 1996 - 2024 A Gazeta. Todos os direitos reservados