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Técnico do Corinthians defende Jô, mas explica reserva: 'Se tivesse melhor, jogaria desde o início'

Vagner Mancini elogiou a postura do centroavante no dia a dia, e garantiu que o 'processo é o mesmo para todos os atleta'...

Publicado em 17 de Abril de 2021 às 14:30

LanceNet

Publicado em 

17 abr 2021 às 14:30
O atacante Jô não foi titular, mas entrou no intervalo do empate em 1 a 1 entre Corinthians e São Bento, nesta sexta-feira (16), em jogo adiantado da sétima rodada do Campeonato Paulista, na Neo Química Arena.
Preterido pelo garoto Cauê, que no último domingo (11) fez o gol da vitória corintiana por 1 a 0, sobre o Guarani, em Campinas, também pelo Paulistão, o camisa 77 novamente não fez uma boa partida. Sem criar boas chances ou finalizar na meta adversária, restou ao experiente atacante brigar entre os zagueiros do time sorocabano, mas quase sempre em vão.
>. Confira a tabela do Paulistão e simule os próximos jogosEm entrevista coletiva após o duelo contra o Bentão, o técnico corintiano Vagner Mancini saiu em defesa de Jô, mas reconheceu que o atleta não vem jogando bem, caso contrário era titular no seu setor.
– O Jô é um exemplo no dia a dia, não só pela sua postura, como com a sua dedicação nos treinos, assim como todo mundo. Eu não tenho nenhum tipo de problema com nenhum jogador no Corinthians, felizmente, todos eles se empenham muito. As vezes que disse que durante a semana nos treinamentos alguns atletas estão abaixo de outros, é por isso que o Jô ficou no banco hoje, na escalação foi o Cauê o titular. Se ele tivesse melhor que Cauê, certamente ele que entraria no jogo e jogaria desde o início – disse o treinador do Timão.
Já em relação a entrada de Jô no segundo tempo, Mancini explica que, caso fizesse testes com algum atleta improvisado naquele momento poderia ser até pior do que foi.
– Eu não poderia, num jogo onde eu estava perdendo por 1 a 0, fazer a entrada de um jogador improvisado na função. Seria pior, tanto internamente, com todos os jogadores, diante do comando do treinador, mas também diante do resultado que se apresentava na partida – ressaltou Mancini.
Ainda assim, o técnico corintiano enxergou melhora com as alterações feitas para a segunda etapa, contra o São Bento, incluindo a entrada de Jô, no lugar de Cauê, ainda no intervalo da partida.
– Jô foi importante em alguns lances. Se não é um Jô que todos queriam, de anos atrás, aí é outra questão. Temos que analisar o jogo friamente. O segundo tempo, com a entrada do Otero, do Luan, do Jô, do Léo Natel e do GP (Gabriel Pereira), a equipe melhorou. Não melhorou da forma que nós queríamos, nós não ganhamos a partida, que era o nosso objetivo, que a gente fica chateado e incomodado com tudo isso, mas a gente tem que ser justo diante daquilo que eu tenho em mãos e daquilo que a nossa semana de trabalho – afirmou o técnico, que ainda garante o processo que Jô tem passado é igual aos demais integrantes do elenco profissional corintiano.
– Este é um processo que todos os atletas passam, a gente não pode, de maneira alguma, descartar algum atleta – acrescentou Mancini.
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