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futebol

São Paulo pede justiça a Mariana Ferrer em caso de estupro

Tricolor usou o Twitter para discordar da sentença de que ato do empresário André de Camargo Aranha foi 'estupro culposo', crime que não está previsto na lei brasileira...

Publicado em 03 de Novembro de 2020 às 18:28

LanceNet

Publicado em 

03 nov 2020 às 18:28
Crédito: O São Paulo usou as redes sociais na tarde desta terça para posicionar-se no caso (Reprodução/Twitter @SaoPauloFC
Seguindo o exemplo de alguns jogadores brasileiros mundo afora, o São Paulo posicionou-se nas redes sociais em relação ao caso da influenciadora digital Mariana Ferrer, que ganhou as redes sociais na manhã desta terça-feira.
- O São Paulo FC repudia a violência de gênero em todas suas formas de manifestação. Toda relação sexual sem consentimento é estupro. Falar em estupro não intencional é desrespeitar profundamente as vítimas e correr o risco de abrir um perigoso precedente. #NãoExisteEstuproCulposo – escreveu o clube em suas redes sociais nesta tarde. O julgamento do caso de Mariana Ferrer teve sentença inédita, com uma classificação de que o ato do empresário André de Camargo Aranha contra a jovem foi “estupro culposo”, crime que não está previsto na lei brasileira, ou seja, “não foi intencional”.
O clube se junta ao coro formado por outros jogadores, casos de Richarlison, Reinier, João Peglow, Júnior Urso, Paulinho, entre outros. Corinthians e Vasco também se posicionaram nas redes.
O CASOO empresário André de Camargo Aranha foi acusado de estuprar a promoter de 23 anos durante uma festa em 2018. Inicialmente, Aranha havia sido condenado pelo promotor Alexandre Piazza por estupro de vulnerável, quando a vítima está sob efeitos de entorpecentes ou álcool e não é capaz de consentir ou se defender. Ele também solicitou a prisão preventiva do acusado, que foi aceita pela Justiça, mas foi derrubada em segunda instância pela defesa de Aranha.
Houve uma troca de promotores do caso, saindo Piazza e entrando Thiago Carriço de Oliveira, que em suas alegações finais veio com a tese do estupro “sem intenção”. O juiz Rudson Marcos, da 3ª Vara Criminal de Florianópolis, concordou com a tese de Oliveira e absolveu Aranha.

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