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Terminou no pódio

Competidor usa bicicleta de aplicativo para concluir Triathlon em Vitória

Após a própria bicicleta quebrar a corrente, o triatleta Zuza Benvindo pegou uma dessas amarelinhas e seguiu firma na última etapa do Estadual de Triathlon, no último domingo (03), em Vitória

Publicado em 08 de Novembro de 2019 às 14:00

Redação de A Gazeta

Publicado em 

08 nov 2019 às 14:00
Após competir com uma bicicleta de aplicativo, Zuza, à esquerda, ainda terminou em quarto lugar na própria categoria Crédito: Arquivo pessoal
No esporte, a expressão "amarelar" é associada a um eventual fracasso, mas no caso do aposentado e triatleta Josué Benvindo, o "Zuza", de 59 anos, a amarelada foi extremamente positiva. No último domingo (03), enquanto fazia o trecho de ciclismo da última etapa do Estadual de Triathlon, a bicicleta que ele pedalava quebrou a corrente na altura do cruzamento com a Avenida Adalberto Simão Nader, na orla de Camburi, em Vitória.
Restando ainda boa parte do trecho de pedal e ainda toda a competição de corrida, Zuza tinha duas opções pela frente: abandonar a prova ou arrumar outra bicicleta rapidamente. Sem perder muito tempo e contando com a ajuda de amigos e outros competidores, ele não titubeou em pegar uma bicicleta amarelinha de aplicativo e seguiu firme na prova.

PEDALA, ZUZA! 

"Eram 30 quilômetros de ciclismo e minha bicicleta quebrou a corrente no meio da prova. Fui empurrando ela até o posto de transição. Enquanto tentavam arrumar a corrente, um amigo falou que tinha uma bicicleta da "Yellow" ali pertinho. Ele então a destravou e voltei para o circuito. Dei uma volta completa com ela e depois um outro competidor me emprestou a bicicleta dele para completar o percurso", detalhou.
Bem-humorado, Benvindo contou que por todo o trecho recebeu o incentivo de muitas pessoas. "Foi engraçado demais, as pessoas riam e me davam aquela força, pois viram que era uma situação diferente. Eu amo o esporte, competir, não poderia parar, então foi a maneira que encontrei para continuar na prova. Brincaram até que o Novembro Azul agora é Novembro Amarelo", disse, aos risos, à reportagem.

NO PÓDIO

Como se já não bastasse virar o centro das atenções na disputa, Zuza ainda acabou "recompensado" após tirar de letra o problema durante a prova. Competindo na categoria amadora e na faixa etária entre 55 a 59 anos, ele terminou no pódio.
"A organização entendeu minha situação e viu o esforço que fiz para seguir competindo. Acabou que terminei em quarto, recebi uma medalha. Mas isso pouco importa, o que fica é a mensagem de que o importante é dar o máximo e a esportividade", detalhou.
Zuza Benvindo roda o Estado disputando provas de corridas de aventura Crédito: Arquivo Pessoal
Sempre disposto, o triatleta agora já pensa nas próximas etapas. Já com a bicicleta consertada, Zuza participará de outros desafios ainda este ano e também já mira as competições de 2020. "Tem muita prova pela frente. Essas situações dão ainda mais vontade em competir. O esporte é gratificante", garantiu.

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