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Crime contra o Sistema Financeiro

PF prende três no ES por operar instituição financeira sem autorização

Prisão ocorreu após uma policial federal ter recebido uma ligação oferecendo um empréstimo de alto valor. Ela foi até a empresa com outros agentes e deu voz de prisão aos responsáveis

Publicado em 04 de Outubro de 2019 às 19:47

Publicado em 

04 out 2019 às 19:47
Sede da PF no Espírito Santo Crédito: Reprodução/ TV Gazeta
A Polícia Federal no Espírito Santo (PF) prendeu três pessoas em flagrante em Vitória pelos crimes de estelionato, formação de quadrilha e por operarem instituição financeira sem autorização. Os suspeitos foram presos na tarde de quinta-feira (3), mas a informação só foi divulgada pela PF nesta sexta (4).
PF prende três no ES por operar instituição financeira sem autorização
De acordo com informações da PF, a prisão ocorreu após uma policial federal lotada na Superintendência de Polícia Federal no Espírito Santo ter recebido um telefonema de um representante de uma suposta empresa financeira para efetivação de empréstimo consignado de alto valor no banco em que ela é correntista.
Esse representante teria orientado a agente que o dinheiro deveria ser depositado na conta da empresa que o emprestaria novamente a pessoas negativadas, garantido que pagaria o empréstimo e ainda ofereceria a agente um rendimento fixo de 2% ao mês. Segundo a PF, durante a ligação a atendente demonstrou ter acesso a uma grande quantidade de dados pessoais e bancários da policial. 
 
Juntamente com mais dois policiais, a agente se dirigiu ao endereço da empresa, onde se deparou com uma call center formado por vinte e uma pessoas que realizavam a captação de clientes para a financeira, informou a PF.
Ao entrevistarem os responsáveis, os policiais descobriram que aquele escritório era uma filial de uma empresa do Rio Janeiro e que não possuía autorização do Banco Central para operar no mercado financeiro, dando voz de prisão aos responsáveis pelo escritório, e os conduzindo até a Superintendência da Polícia Federal para os procedimentos legais até a Superintendência da Polícia Federal, para os procedimentos legais.

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