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Sul do ES

Homem atropelado por carro em calçada tem alta hospitalar em Cachoeiro

Tiago Cezário Rangel, de 34 anos, foi atropelado após um carro invadir a calçada em alta velocidade; consultor de vendas deixou o hospital no último dia 13 de novembro

Publicado em 22 de Novembro de 2023 às 19:40

Sara Oliveira

Publicado em 

22 nov 2023 às 19:40
O consultor de vendas Tiago Cezário Rangel, de 34 anos, atropelado por um carro em uma calçada de Cachoeiro de Itapemirim, no Sul do Estado, teve alta do hospital após 18 dias internado. Segundo a esposa Ana Paula Montenegro, o morador, que passou por uma cirurgia na coluna após o acidente, segue sem sentir as pernas.
Tiago está em casa desde o dia 13 de novembro. A esposa explica que, além de não sentir as pernas, o morador precisa usar uma sonda para necessidades fisiológicas e não consegue se sentar sozinho após o acidente, que ocorreu no dia 26 de outubro. “Está se adaptando, o processo é bem complicado. Estamos vivendo à espera de um milagre”, relata.
Na época, câmeras de videomonitoramento flagraram o momento em que o carro invadiu a calçada, no Centro de Cachoeiro, atropelou Tiago e quase atropelou uma criança e uma mulher. Na ocasião, a Polícia Militar informou que apenas um homem foi atingido. O consultor de vendas estava em um intervalo do trabalho quando foi atingido pelo veículo.

Explicação

No dia do acidente, o condutor do carro - que não teve o nome divulgado - relatou aos policiais que perdeu o controle da direção após uma vertigem. Ainda segundo o relato do motorista, quando notou que invadiu a calçada, tomou um susto e freou o carro. Ao ver que atropelou uma pessoa, saiu do veículo para prestar socorro, mas entrou em estado de choque, pedindo para ser levado ao hospital. O motorista relatou ainda que tinha acabado de buscar o filho na escola, quando teve um apagão e tomou um susto com o grito da criança.
Procurada sobre a investigação do caso, a Polícia Civil informou, no dia 8 de novembro, que, para verificar se há investigação em curso, é necessário informar o número do boletim de ocorrência registrado pela vítima. "Caso a vítima tenha registrado a ocorrência, o caso será investigado".
A Polícia Militar também foi questionada, no dia 8 de novembro e nesta quarta-feira (22), sobre a realização do teste do bafômetro no motorista, mas não retornou aos pedidos.

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