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Minas Gerais

Procurador-geral de BH gasta R$ 63 mil em viagem de um dia a Brasília

Valores seriam referentes exclusivamente a pagamento de voo fretado

Publicado em 08 de Junho de 2018 às 23:35

Publicado em 

08 jun 2018 às 23:35
O procurador-geral de Belo Horizonte, Tomáz Aquino Crédito: Divulgação
O procurador-geral de Belo Horizonte, Tomáz Aquino, gastou mais de R$ 63 mil em uma viagem a Brasília no último dia 3. A informação consta no Diário Oficial de Belo Horizonte da última quinta-feira (7), e foi divulgada pelo vereador Mateus Simões (NOVO). Em uma publicação em uma rede social, o parlamentar questionou os motivos que levaram o procurador a gastar a quantia em apenas um dia de viagem.
Em nota, a prefeitura de Belo Horizonte — que se pronunciou em nome da procuradoria — informou que Tomáz Aquino foi à Brasilia para uma reunião com ministros do Supremo Tribunal Federal, marcada de última hora, o que resultaria nos altos custos, pois seria necessário fretar uma aeronave. Ainda segundo a nota, Tomáz Aquino foi à capital federal tratar de verbas não repassadas pelo governo estadual para a Prefeitura de Belo Horizonte, e que, três dias após a viagem, o município recebeu R$ 180 milhões desses recursos, que estavam atrasados.
No entanto, o vereador questiona os valores apresentados pela prefeitura. De acordo com Simões, não seria necessário o fretamento, uma vez que haveria voos constantes entre as duas cidades, que não custam mais de R$ 1 mil, segundo o vereador.
 
Além disso, mesmo sendo necessário pagar por um fretamento entre as duas cidades sem antecedência – situação em que os valores são mais altos –, o preço não ultrapassaria os R$ 30 mil, segundo levantamento feito pela equipe do vereador.
"Em um município como o nosso, que enfrenta uma crise financeira sem precedentes, é inadmissível que um funcionário público gaste essa quantia em apenas um dia de viagem, apenas para despachar um processo", acusa o vereador.
Simões afirmou que pretende entrar com uma ação popular por conta dos gastos do procurador. Além disso, o vereador já solicitou uma averiguação interna para apurar se o destino do dinheiro foi realmente o apontado pela prefeitura. A Procuradoria-Geral de Belo Horizonte não quis comentar o caso.
 

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