Sair
Assine
Entrar

Recuperar senha

Já tem uma conta?

Acesse aqui

Cadastrar nova senha

Já tem uma conta?

Acesse aqui

Inquérito

Lava Jato investiga vazamento de ordem de prisão de Vaccarezza

Ministério Público Federal informou à juíza Gabriela Hardt que requereu inquérito para apurar como informações de um mandado contra o ex-deputado do PT deixaram de ser confidenciais

Publicado em 11 de Fevereiro de 2019 às 11:18

Publicado em 

11 fev 2019 às 11:18
Cândido Vaccarezza Crédito: Reprodução/Facebook
A força-tarefa da Operação Lava Jato pediu à Polícia Federal a abertura de inquérito para investigar ‘eventual delito relacionado ao vazamento de informações sigilosas’ relativas a um mandado de prisão expedido pela juíza federal Gabriela Hardt contra o ex-deputado Cândido Vaccarezza (ex-PT, atual Avante).
“O Ministério Público Federal vem, respeitosamente, informar que requisitou à Polícia Federal a instauração de inquérito policial, com base no artigo 7.º, inciso II, da Lei Complementar nº 75/93, para apuração de eventual delito relacionado ao vazamento de informações sigilosas”, afirma a Procuradoria da República, em petição à Gabriela Hardt.
Em dezembro, a magistrada mandou prender Vaccarezza por causa de um suposto cancelamento de sua carta de fiança. O ex-deputado havia sido preso em agosto de 2017 sob suspeita de corrupção e lavagem de dinheiro, mas deixou a cadeia da Lava Jato sem pagar R$ 1,5 milhão estipulados pelo então juiz Sérgio Moro. Em setembro do ano passado, a defesa do ex-parlamentar apresentou a carta de fiança.
Após a expedição do mandado de prisão, o nome de Vaccarezza chegou a ser incluído no Sistema de Tráfego Internacional – Módulo Alerta e Restrição. Em 21 de janeiro, Gabriela Hardt suspendeu o mandado de prisão.
“A defesa juntou documentos dando conta de que a fiança, em princípio, estaria regular. Assim, por ora, suspendo o cumprimento do mandado de prisão”, determinou a juíza.
Gabriela Hardt afirmou que não passou ‘despercebida a distribuição de habeas corpus vinculada aos presentes autos’. A juíza citou dois recursos apresentados em 21 de janeiro contra os mandados de prisão.
“Mais estranho ainda é a menção, no corpo dos HCs, do presente feito, da prisão decretada e do fundamento utilizado, além de citação de trecho do mandado, o que pode revelar indevido vazamento de informações sigilosas”, anotou Gabriela.

Este vídeo pode te interessar

Viu algum erro?
Fale com a redação
Informar erro!

Notou alguma informação incorreta no conteúdo de A Gazeta? Nos ajude a corrigir o mais rapido possível! Clique no botão ao lado e envie sua mensagem

Fale com a gente

Envie sua sugestão, comentário ou crítica diretamente aos editores de A Gazeta

A Gazeta integra o

Saiba mais

Recomendado para você

Presidente Luiz Inácio Lula da Silva
Lula diz que terminou radioterapia e que cura do câncer de pele foi definitiva
Segunda Ponte
Segunda Ponte: ordem de serviço para criar 5ª faixa será assinada na segunda (15)
Imagem de destaque
Vereadores de Aracruz vão ter direito a R$ 10 mil para reembolso de despesas

© 1996 - 2024 A Gazeta. Todos os direitos reservados