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Bolsonaro

Justiça encerra processo contra Bolsonaro sob acusação de racismo

Em setembro do ano passado, porém, o TRF-2 reverteu a decisão da primeira instância, livrando Jair Bolsonaro da condenação

Publicado em 08 de Junho de 2019 às 11:49

Publicado em 

08 jun 2019 às 11:49
Bolsonaro faz consulta dermatológica em Brasília Crédito: Antonio Cruz/Agência Brasil | Arquivo
O processo ao qual o presidente Jair Bolsonaro (PSL) respondia na Justiça Federal do Rio por declarações ofensivas a negros e quilombolas foi encerrado pelo TRF-2 (Tribunal Regional Federal) no dia 15 de maio.
Em outubro de 2017, Bolsonaro chegou a ser condenado em processo na primeira instância a pagar multa de R$ 50 mil por declarações que havia proferido em abril do mesmo ano.
Na ocasião, em palestra no Clube Hebraica, no Rio de Janeiro, o então deputado federal declarou que havia visitado um quilombo em Eldorado Paulista e que "o afrodescendente mais leve pesava sete arrobas". "Nem para procriador eles servem mais", afirmou.
Em setembro do ano passado, porém, o TRF-2 reverteu a decisão da primeira instância, livrando Jair Bolsonaro da condenação. O tribunal seguiu o entendimento de que os parlamentares são invioláveis por suas opiniões e palavras.
"A Constituição democrática de 1988 expressamente garantiu aos parlamentares eleitos pelo voto popular o direito de se manifestarem livremente, no exercício de seus mandatos, mediante a certeza de sua inviolabilidade, o que exclui a possibilidade de responsabilização civil ou penal de tais indivíduos por possíveis palavras ofensivas dirigidas a pessoas ou grupos no bojo dos discursos por eles proferidos, no exercício de seus mandatos e na defesa de suas convicções políticas", escreveu o juiz federal Marcelo Pereira da Silva.
Em seguida, o Ministério Público Federal apresentou recurso ao STJ (Superior Tribunal de Justiça), não admitido pelo vice-presidente do TRF-2.
A Procuradoria decidiu que não apresentaria o agravo diretamente ao STJ e, com isso, transcorrido o prazo legal, o processo transitou em julgado.
Em setembro do ano passado, por três votos a dois, o STF (Supremo Tribunal Federal) já havia rejeitado denúncia da PGR (Procuradoria-Geral da República) a respeito do mesmo caso.

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