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Movimento antivacina

Eduardo Bolsonaro elogia Djokovic por não tomar vacina contra Covid

O filho do presidente já se opôs à vacinação contra a Covid-19 em diversos momentos, numa posição que vai na contramão da recomendação de cientistas de todo o mundo

Publicado em 16 de Janeiro de 2022 às 19:34

Agência FolhaPress

Publicado em 

16 jan 2022 às 19:34
 O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), filho do presidente Jair Bolsonaro (PL), elogiou o tenista sérvio Novak Djokovic, deportado neste domingo (16) da Austrália por tentar entrar no país sem estar vacinado contra a Covid-19.
Deputado federal Eduardo Bolsonaro
Eduardo Bolsonaro elogiou a postura de Djokovic e manifestou apoio ao tenista, que não se vacinou contra a Covid Crédito: Maryanna Oliveira/Câmara dos Deputados
"Se vencesse o Grand Slam de Melbourne, o sérvio Djokovic bateria Roger Federer e se tornaria o maior campeão de Grand Slam de todos os tempos. Optou pela liberdade e hoje torna-se um líder mundial nesta área, enquanto vídeos bizarros da Austrália inundam a internet", afirmou o deputado federal.
A mensagem foi publicada nas páginas do político em diferentes redes sociais. Eduardo Bolsonaro já se opôs à vacinação contra a Covid-19 em diversos momentos, numa posição que vai na contramão da recomendação de cientistas de todo o mundo.
Em um encontro virtual com atletas sérvios realizado em abril de 2020, Djokovic foi enfático ao se posicionar contra a exigência da vacina. "Pessoalmente, sou contra a vacinação e não quero que alguém me force a ser vacinado para viajar", afirmou.
Tênis
Novak Djokovic teve de deixar a Austrália após ter o visto suspenso por não estar vacinado Crédito: Loren Elliott/Reuters
Djokovic viu a Justiça australiana rejeitar o recurso de sua defesa e manter a suspensão do visto de entrada no país. Após a audiência, o atual campeão do torneio foi deportado. Ele pegou um voo no aeroporto de Melbourne com destino a Dubai, nos Emirados Árabes Unidos.
O tenista entrou na Austrália no dia 5 de janeiro sem se vacinar, apresentou uma isenção médica e alegou que testou positivo para Covid-19 em 16 de dezembro. Ao desembarcar no aeroporto, ele foi parado pela polícia alfandegária por não apresentar todos os documentos necessários para justificar a entrada no território australiano.
O atleta será substituído no Aberto da Austrália pelo italiano Salvatore Caruso, número 150 do mundo no ranking da ATP.

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