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Secretário de Casagrande

Convênios do governo Hartung foram seletivos para aliados, diz Hoffmann

De acordo com Tyago Hoffmann, prefeitos e o novo governo definirão prioridades e farão uma "pactuação política"

Publicado em 02 de Janeiro de 2019 às 15:41

Vinícius Valfré

Publicado em 

02 jan 2019 às 15:41
O secretário Tyago Hoffmann Crédito: Rafael Monteiro de Barros
O secretário estadual de Governo, Tyago Hoffmann (PSB), afirmou nesta quarta-feira (02) que os convênios celebrados com municípios na reta final do governo de Paulo Hartung (sem partido) foram "seletivos" para aliados e desconsideraram "prioridades" das cidades. O novo governo suspendeu todos os convênios firmados nos últimos três meses pela gestão anterior.
As prefeituras têm 15 dias para devolver os recursos. Não serão suspensas as verbas que já foram comprometidas. O Portal da Transparência aponta R$ 223,5 milhões em repasses no período. Hoffmann, no entanto, estima que estão sendo sustados cerca de R$ 300 milhões em convênios.
"O repasse desses convênios foi feito de forma seletiva para alguns prefeitos que supostamente o governador anterior tratava como mais aliados dele. Vamos tratar de forma republicana. Vamos levantar os recursos que foram repassados e estabelecer novas prioridades", afirmou Hoffmann.
O secretário acredita que os prefeitos não se queixarão da medida porque "a grande maioria não foi beneficiada". Hoffmann destacou que os convênios poderão ser reativados após a nova equipe avaliar a "conveniência política" e a prioridade das obras.
"DESEJO PESSOAL"
O governador Renato Casagrande (PSB) também lançou suspeitas sobre eventual motivação política na celebração dos convênios firmados na reta final do governo passado. Para ele, os repasses podem ter sido assinados "só para atender desejo pessoal de um grupo político".
Renato Casagrande dá posse a secretários de governo no Palácio Anchieta Crédito: Vinícius Valfré
Por sua vez, Casagrande recomendou aos prefeitos que busquem os secretários para apresentar um novo plano de trabalho e fazer a "pactuação política".
"Discuta com o secretário, avalie se aquilo de fato é prioridade porque uma pactuação feita nos últimos dias de governo pode não ter tido critério de prioridade necessário. Pode ser que o convênio tenha sido assinado só para atender um desejo pessoal de um grupo político, sem ser a prioridade de um município. E o dinheiro é um só. Se você atende o que não é prioridade, ficará a prioridade sem ser atendida. Que o prefeito possa buscar o secretário para fazer debate da pactuação política e apresentar novo plano de trabalho", disse.

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