Sair
Assine
Sair
Entrar

Recuperar senha

Já tem uma conta?

Acesse aqui

Cadastrar nova senha

Já tem uma conta?

Acesse aqui

Lei Seca

Blitz revelou: Aécio usava carrão em nome de rádio citada por Joesley

Senador teve a carteira apreendida por se recusar a fazer bafômetro quando dirigia pelo Leblon em 2011

Publicado em 20 de Abril de 2018 às 18:15

Redação de A Gazeta

Publicado em 

20 abr 2018 às 18:15
Aécio Neves Crédito: Agência Brasil
Citada pelo empresário Joesley Batista como fonte intermediária da mesada de R$ 50 mil da JBS ao senador Aécio Neves (PSDB-MG), entre 2015 e 2017, a rádio Arco-Íris não constava nas declarações de bens do tucano até ele ter sua carteira de habilitação - vencida- apreendida em uma blitz da Lei Seca, no Leblon.
Naquela madrugada do dia 17 de abril de 2011, Aécio foi parado quando dirigia o Land Rover placa HMA-1003. Após a apreensão do documento se verificou que o carro havia sido comprado em novembro de 2010 em nome da emissora. Aécio foi sócio da emissora.
Aécio, que voltava de uma reunião com amigos, se recusou a fazer o teste de bafômetro e foi multado em R$ 1.149, 24. (R$ 957,70 por se negar a assoprar o aparelho e outros R$ 191,54 pelo documento vencido). O senador do PSDB perdeu ainda 14 pontos na habilitação (sete por não fazer o teste e outros sete por estar dirigindo com o documento vencido).
Na volta para casa, um taxista que estava na esquina das ruas Bartolomeu Mitre e General San Martin, local onde foi parado, se ofereceu para conduzi-lo junto à sua namorada em sua Land Rover por três quarteirões até chegar ao seu apartamento no Rio.
Durante a campanha presidencial de 2014, no entanto, Aécio declarou ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que detinha cotas da Arco Íris, afiliada da Jovem Pan, no valor de R$ 700 mil, mas discriminava o bem como forma de uma dívida que mantinha com a antiga dona da emissora, Inês Maria Neves Faria, que vem a ser a sua mãe.
Na mesma declaração, Aécio registrou a posse do veículo Land Rover Freelander ano 2012, avaliado em R$ 166.500.
Em março deste ano, a "Folha de S. Paulo" mostrou que o patrimônio declarado pelo senador triplicou após a eleição de 2014, quando perdeu para a petista Dilma Rousseff. Saltou de R$ 2,5 milhões em 2015 para R$ 8 milhões em 2016.

Este vídeo pode te interessar

Viu algum erro?
Fale com a redação
Informar erro!

Notou alguma informação incorreta no conteúdo de A Gazeta? Nos ajude a corrigir o mais rapido possível! Clique no botão ao lado e envie sua mensagem

Fale com a gente

Envie sua sugestão, comentário ou crítica diretamente aos editores de A Gazeta

A Gazeta integra o

Saiba mais

Recomendado para você

Diretor de produção global da GWM (CPO) Xiangjun Meng
GWM planeja levar mão de obra do ES para se especializar na China
Imagem de destaque
Horóscopo de julho de 2026: descubra o que os astros reservam para o mês
Imagem de destaque
Zoonoses: 8 doenças mais comuns e como se proteger delas

© 1996 - 2024 A Gazeta. Todos os direitos reservados