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Justiça

Trio é condenado após algemar casal e roubar ouro, joias e dinheiro em Colatina

Criminosos se passaram por policiais civis, invadiram a casa, ameaçaram as vítimas de morte e fugiram com cerca de R$ 60 mil, entre ouro, dinheiro e transferências via Pix

Publicado em 19 de Maio de 2026 às 13:45

Adrielle Mariana

Publicado em 

19 mai 2026 às 13:45

A Justiça do Espírito Santo condenou três homens pelo assalto a uma residência em Colatina, no Noroeste do EstadoA sentença foi proferida no dia 13 de maio e divulgada nesta terça-feira (19). André Felipe Carvalho Veloso, de 24 anos, foi condenado a 31 anos, 8 meses e 4 dias de prisão. Já Carlos Eduardo Pereira Calda, também de 24 anos, e Marcos Eduardo Martins Assunção, de 22, receberam penas de 26 anos, 1 mês e 17 dias cada. 


O crime aconteceu em janeiro de 2025, no bairro Colúmbia. Na ocasião, o trio se passou por policiais civis para entrar na casa, alegando que cumpria um mandado de busca e apreensão. Assim que teve acesso ao imóvel, anunciou o assalto.


O casal foi rendido, trancado em um quarto e algemado. Durante a ação, as vítimas foram ameaçadas de morte. Os criminosos disseram que iriam queimá-las caso não revelassem a localização de um cofre.


Segundo a investigação, o grupo procurava especificamente por ouro, já que o morador trabalhava com a compra e venda do metal. Durante o roubo, um dos assaltantes chegou a falar ao telefone com outra pessoa, indicando que havia um comparsa com conhecimento prévio sobre a existência do ouro na residência.


Ao todo, foram levados cerca de R$ 48 mil em ouro, R$ 6 mil em dinheiro e mais de R$ 10 mil obtidos por transferências via Pix. Joias e relógios também foram roubados.


Quando a polícia chegou ao local, encontrou o casal algemado ao corrimão de uma escada. A mulher também estava amordaçada. Os suspeitos foram presos nas cidades de São Gabriel da Palha e São Mateus.


Um quarto envolvido, Leidivan de Souza Coelho, de 42 anos, segue foragido. De acordo com a Polícia Civil, a sentença ainda cabe recurso.


A reportagem de A Gazeta entrou em contato com o Ministério Público do Espírito Santo (MPES) para repercutir a decisão e tenta localizar a defesa dos condenados. O espaço segue aberto para manifestação.

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