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Vitória

Quatro pessoas são detidas em operação no Complexo da Penha

PM procurava criminosos envolvidos com o crime no Morro do Moscoso, mas ainda não localizou. Entre os detidos estão dois adolescentes, de 15 e 16 anos

Publicado em 19 de Janeiro de 2019 às 22:55

Publicado em 

19 jan 2019 às 22:55
Complexo da Penha Crédito: Manoel Maia | TV Gazeta

Uma operação da Polícia Militar no Complexo da Penha, em Vitória, na noite de sexta-feira (18), deteve quatro pessoas, entre elas dois adolescentes. Houve troca de tiros. A operação foi feita para fazer buscas pelos quatro suspeitos identificados por envolvimento no crime do Morro do Moscoso, nesta semana. Drogas também foram apreendidas na ação.

Os suspeitos detidos, dois homens e dois adolescentes, até o momento não têm ligação com o crime, mas sim com o tráfico de drogas. Eles foram localizados no beco Ana de Freitas do Bairro da Penha, local que é ponto de comércio de drogas, segundo a polícia. Entorpecentes foram apreendidos com eles.

Na entrada do bairro Itararé foi feita uma barreiras de pneus em chamas. Segundo a polícia, criminosos fizeram isso para impedir a chegada das equipes ao alto do Bairro da Penha.

A operação foi feita com a intenção de prender os suspeitos identificados pela Polícia Civil por envolvimento nas três mortes no Morro do Moscoso, na noite de segunda-feira (14). São eles: Fernando de Moraes Pimenta, conhecido como Marujo; Rudnei Jacinto, o Nego 10; Jaderson Barbosa Alves, o Mala Velha; e Emerson Dias Santos.

Além deles, a polícia informou que os suspeitos identificados como Alan Rosário e Rafael Batista seriam os mandantes desse crime.

O grupo de traficantes é da região do Bairro da Penha e São Benedito, e quer expandir os domínios para os morros do Centro de Vitória, como é o caso do Moscoso e também Piedade.

“A gente tem a informação de que os indivíduos procurados têm ligação com o tráfico do Bairro da Penha, então a operação também foi com o intuito de prender esses indivíduos. Vamos continuar procurando por eles”, explicou o tenente Almeida, da PM, que estava na operação.

No dia do ataque, a intenção era matar um rival que tinha acabado de sair da cadeia, mas segundo a polícia, como não encontraram, resolveram matar quem estava na praça do bairro.

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