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Polícia prende suspeitos de falsificação de documentos em Guarapari

Três pessoas, de 36, 46 e 51 anos, foram detidas durante uma operação em uma agência bancária; grupo atuava na abertura de contas-correntes para fazer saques do FGTS

Publicado em 14 de Agosto de 2023 às 15:55

Redação de A Gazeta

Publicado em 

14 ago 2023 às 15:55
Material apreendido com grupo e carro utilizado por comparsas de mulher presa
Material apreendido com grupo e carro utilizado por comparsas de mulher presa Crédito: Reprodução | Polícia Civil
A Polícia Civil prendeu três pessoas suspeitas de integrarem uma organização criminosa que atuava na falsificação de documentos para a abertura de contas em bancos, durante uma operação na última quinta-feira (10), em uma agência bancária do bairro Muquiçaba, em Guarapari. Uma mulher de 36 anos, foi detida em flagrante. As identidades não foram divulgadas. 
Titular da Delegacia Especializada de Investigações Criminais (Deic) de Guarapari, Rosane Cysneiros explicou que a conta-corrente chegou a ser aberta. A suspeita, porém, ficou na agência para conseguir baixar o aplicativo do banco no celular. Durante a ação, foi solicitado que a mulher se identificasse e ela apresentou um documento emitido no Rio de Janeiro, com o nome de outra pessoa.
A mulher foi conduzida para a Deic do município, onde confessou toda a dinâmica criminosa. Ela informou que na madrugada de quinta-feira (10) saiu do Estado fluminense com mais duas pessoas, uma mulher de 51 anos e um homem de 46 anos.

O passo a passo

“O grupo estaria vindo para o Espírito Santo, no município de Guarapari, com o intuito de aplicar golpes de abertura de contas correntes nas agências da Caixa Econômica Federal, para posteriores saques do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). A detida informou que eles cumprem o chamado no grupo de ‘trabalho’ e que receberia a quantia de R$ 500 pelo serviço”, explicou a delegada.
Enquanto investigava o caso, a equipe recebeu informações de que em frente à Delegacia Regional (DR) de Guarapari havia pessoas em um veículo preto que diziam ser parentes da conduzida. No entanto, durante o depoimento, a mulher já havia informado não ter familiares na cidade.
“De imediato os policiais se dirigiram para abordar o veículo, o motorista ao perceber a presença policial tentou evadir-se do local, mas foram impedidos pela abordagem policial. Nas verificações que se iniciaram, foi possível identificar que se tratavam dos criminosos integrantes do grupo da detida”, contou a delegada.

Passagens e funções desempenhadas 

Ainda de acordo com a delegada Rosane Cysneiros, o homem de 46 anos já tinha passagem pela polícia pelos crimes de estelionato, furto e receptação, no Rio de Janeiro e São Paulo. A mulher de 51 anos também tinha passagem pelo crime de estelionato, na Paraíba.
“A mulher informou, em depoimento, que o trabalho do dia também era abrir conta-corrente com documentos falsos, porém na agência em que foi não obteve êxito, pois o sistema estava fora do ar. No aparelho celular da detida, em fotos na galeria de um aplicativo de mensagens, foi possível identificar documentos sendo preparados com a foto da conduzida e com outros nomes impressos”, conta a delegada.
Os integrantes do grupo acabaram autuados pelos crimes de estelionato, uso de documento falso, associação criminosa e foram encaminhados aos presídios. Com eles, foram apreendidos documentos falsos e o veículo utilizado no crime.
Acionada pela reportagem, a Caixa informou que aperfeiçoa constantemente os critérios de segurança, observando as melhores práticas de mercado e as evoluções necessárias ao observar ocorrência de fraude. "O banco informa que coopera integralmente com as autoridades policiais e demais órgãos de segurança pública nas investigações e operações de combate a fraudes e golpes. Todas as informações suspeitas de fraudes são consideradas sigilosas e repassadas exclusivamente à Polícia Federal, para análise e investigação", destacou.

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