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Nesta quinta-feira (20)

Padrasto acusado de espancar e matar enteada na Serra vai a júri

Aghata Vitória Santos Godinho foi morta em 2020 quando tinha cinco anos. Ao ser socorrida, a criança apresentava hematomas na cabeça, na barriga e nas mãos

Publicado em 20 de Outubro de 2022 às 11:03

Redação de A Gazeta

Publicado em 

20 out 2022 às 11:03
Aghata Vitória Santos Godinho, de 5 anos, morta após ter sido espancada
Aghata Vitória Santos Godinho, de 5 anos, foi espancada e morta na Serra Crédito: Reprodução/TV Gazeta
Dois anos depois, o padrasto acusado de espancar e matar a enteada de cinco anos vai a júri popular. O julgamento acontece a partir das 13h desta quinta-feira (20), na Serra. Elisnai Borges Eloy, de 35 anos, foi indiciado e virou réu no processo no início de novembro de 2020, oito dias após o crime.
Elisnai é acusado de matar Agatha Vitória. O crime aconteceu no dia 19 de outubro de 2020, no bairro Cidade Nova, também na Serra.
Segundo informações da ocorrência registrada no Centro Integrado Operacional de Defesa Social (Ciodes), a criança apresentava hematomas na cabeça, na barriga e nas mãos quando foi socorrida para a base da Eco101, concessionária que administra a BR-101, onde foi constatado o óbito.
Foi a mãe da menina que pediu socorro na base da concessionária. A mulher contou que saiu de casa e deixou a criança com o padrasto. Depois, a mãe recebeu uma ligação da irmã dizendo que o cunhado disse que a enteada tinha passado mal depois de almoçar e não estava acordando.

RELEMBRE O CASO

De acordo com informações da Polícia Civil, Agatha Vitória Santos Godinho e o irmão haviam sido deixados pela mãe sob a responsabilidade do padrasto. Um tempo depois, a mãe recebeu uma ligação da irmã, dizendo que, segundo o padrasto, Agatha Vitória havia passado mal após almoçar.
Ao chegar em casa, a mulher encontrou a filha desacordada na cama e a levou até um posto da Eco-101, às margens da BR-101, onde socorristas constataram não só que a menina já estava morta, mas que havia sinais de espancamento em várias regiões de seu corpo, como na barriga, nas mãos e na cabeça.
O corpo da menina foi levado para o DML. No posto da Eco-101, o padrasto da criança reafirmou que a menina havia passado mal.
A Polícia Militar foi acionada pelos socorristas e o homem foi levado para a Delegacia de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP).
Na delegacia, Elisnai se recusou a prestar novos esclarecimentos, mas, em função do laudo preliminar do DML, que aponta espancamento, ele foi autuado por homicídio qualificado por motivo fútil e impossibilidade de defesa da vítima.
*Com informações do G1ES

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