Alimentado por um banco de dados específico, um sistema desenvolvido pelo Instituto Nacional de Identificação (INI) da Polícia Federal é capaz de identificar foragidos da Justiça em até dois segundos com um simples toque de impressão digital. Um outro sistema integra informações que auxiliam a polícia a na busca de pessoas desaparecidas em todo o país.
Essas e outras tecnologias podem ser adotadas no combate ao crime pela Secretaria de Estado da Segurança Pública (Sesp). Na última quarta-feira, o Governo do Estado e a Polícia Federal assinaram um termo de cooperação que oficializa uma parceria entre os dois governos. O diretor do INI, Brasílio Caldeira Brant, explicou que cabe à Sesp indicar quais tecnologias vai adotar no Estado.
O convênio também prevê que podemos usar os sistemas desenvolvidos pela Polícia Civil. As polícias precisam usar a tecnologia e seus sistemas para trabalharem em conjunto e em prol da sociedade. Com certeza, essas ferramentas vão potencializar o combate ao crime no Estado. Afinal, os criminosos estão usando tecnologia. Então, temos de estar sempre à frente deles
O papiloscopista da Policial Federal Carlos Magno Girelli defende a integração entre as polícias Civil e Federal e a ampliação do uso das novas tecnologias na investigação de crimes. “Há muita tecnologia que pode contribuir para o trabalho da perícia criminal. O Afis Criminal, por exemplo, é uma delas. Quanto maior a integração entre as polícias e demais órgãos dos governos, maiores serão as ferramentas disponíveis no combate ao crime”, disse.
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