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Violência

Lavrador que matou companheira em Atílio Vivácqua é preso

Milton César Rosa da Silva se arrependeu do crime e, ao saber que havia o mandado de prisão, se apresentou por volta das 9h à polícia

Publicado em 13 de Fevereiro de 2019 às 18:01

Publicado em 

13 fev 2019 às 18:01
Nildilane deixou quatro filhos com idades entre um e nove anos Crédito: Reprodução Redes Sociais

O lavrador de 52 anos que matou a companheira em Atílio Vivácqua, no Sul do estado, foi preso nesta quarta-feira (13). Ele se entregou ao saber que havia um mandado de prisão em aberto contra ele e ainda levou a faca de cozinha utilizada no crime.

De acordo com a Polícia Civil, Milton César Rosa da Silva se arrependeu do crime e, ao saber que havia o mandado de prisão, se apresentou por volta das 9h e ainda levou a faca de cozinha usada no crime. Ele já havia comparecido na delegacia na sexta-feira (08) da última semana, mas não ficou detido pois não havia um mandado de prisão em aberto.

Lavrador que matou companheira em Atílio Vivávqua é preso

A dona de casa Nildilane Pereira Luiz, de 26 anos, foi morta a facadas na madrugada da quarta-feira (06) da última semana. A polícia acredita que a vítima dormia no momento do crime. Os filhos do casal, quatro crianças entre um e nove anos, dormiam em outro quarto no momento do crime. No dia do homicídio, ele fugiu em uma motocicleta até a casa do irmão, na localidade de Flexeiras, zona rural do município, mesmo local do homicídio. 

As crianças permanecem morando com os avós maternos. A motivação do crime seria uma briga recorrente entre o casal. Milton foi encaminhado para o Centro de Detenção Provisória de Cachoeiro de Itapemirim.

Violência Familiar

A vítima estava casada há mais de dez anos. No dia do crime, uma tia, que preferiu não se identificar, contou que as brigas eram constantes e que ele já havia tentando matá-la.

“Ele uma vez pegou uma faca e acertou no colchão. Ela foi parar no hospital onde minha mãe estava internada e contou o que havia acontecido. Ela ficou lá e eu fui embora. Tem que ter justiça. Ele tem que ser preso. Isso não é coisa que se faz, se não tem como conviver, separa, tem muitas maneiras da pessoa viver sem precisar fazer isso”, disse.

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