A Justiça expediu neste sábado (21) um mandado de prisão contra o advogado Wolmir José Rodrigues Filho, 49 anos, por descumprimento de medidas cautelares. Ele já havia sido preso no dia 14 de dezembro, quando utilizou uma arma de airsoft para atirar em clientes de um bar em Jardim da Penha, Vitória, mas foi solto no dia seguinte. Na ocasião, três pessoas ficaram feridas e o vidro de um carro foi danificado.
Wolmir havia saído do presídio após passar por audiência de custódia, quando a juíza Jaqueline Teixeira da Silva negou a conversão da prisão em flagrante para preventiva, afirmando que a fixação de medidas cautelares seria suficiente. Uma das determinações era manter distância de 200 metros do estabelecimento, bem como de funcionários e outros frequentadores do estabelecimento.
MUDANÇA
Entretanto, ao longo desta semana, Wolmir teria descumprido a exigência. É citado, na decisão da nova prisão, agora pelo juiz Marcelo Feres Bressan, que, além de ter ameaçado um funcionário do bar, o advogado foi flagrado por câmeras de segurança espalhando cacos de vidro no chão do bar, que está localizado ao lado da casa dele.
Além disso, teria sido visto transitando “na frente do estabelecimento, em meio a clientes, ostentando, de maneira hostil e ameaçadora, o que parece ser uma faca ou barra de ferro". O juiz destaca que “os documentos juntados revelam que somente a prisão poderá afastar o investigado de seguir praticando crimes direcionados ao ofendido, como vem fazendo".
DEFESA, SEJUS E OAB-ES
A reportagem tentou contato com o advogado após a emissão do mandado de prisão. A ligação foi atendida pela mãe dele, de 68 anos. Emocionada, ela disse que Wolmir teria sido levado à prisão ainda na tarde de sábado (21). A Secretaria de Estado da Justiça, no entanto, informou que o advogado não havia dado entrada no sistema prisional até a tarde deste domingo (22).
Também foi demandada, caso queira se manifestar, a Ordem dos Advogados do Brasil seccional do Espírito Santo (OAB-ES). A reportagem também tenta localizar a defesa do advogado. O espaço segue aberto para manifestações.
Wolmir havia saído do presídio após passar por audiência de custódia, quando a juíza Jaqueline Teixeira da Silva negou a conversão da prisão em flagrante para preventiva, afirmando que a fixação de medidas cautelares seria suficiente. Uma das determinações era manter distância de 200 metros do estabelecimento, bem como de funcionários e outros frequentadores do estabelecimento.
MUDANÇA
Entretanto, ao longo desta semana, Wolmir teria descumprido a exigência. É citado, na decisão da nova prisão, agora pelo juiz Marcelo Feres Bressan, que, além de ter ameaçado um funcionário do bar, o advogado foi flagrado por câmeras de segurança espalhando cacos de vidro no chão do bar, que está localizado ao lado da casa dele.
Além disso, teria sido visto transitando “na frente do estabelecimento, em meio a clientes, ostentando, de maneira hostil e ameaçadora, o que parece ser uma faca ou barra de ferro". O juiz destaca que “os documentos juntados revelam que somente a prisão poderá afastar o investigado de seguir praticando crimes direcionados ao ofendido, como vem fazendo".
DEFESA, SEJUS E OAB-ES
A reportagem tentou contato com o advogado após a emissão do mandado de prisão. A ligação foi atendida pela mãe dele, de 68 anos. Emocionada, ela disse que Wolmir teria sido levado à prisão ainda na tarde de sábado (21). A Secretaria de Estado da Justiça, no entanto, informou que o advogado não havia dado entrada no sistema prisional até a tarde deste domingo (22).
Também foi demandada, caso queira se manifestar, a Ordem dos Advogados do Brasil seccional do Espírito Santo (OAB-ES). A reportagem também tenta localizar a defesa do advogado. O espaço segue aberto para manifestações.