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Condenação

Homens são condenados a 140 anos de prisão por assassinato brutal de família em Linhares

O crime aconteceu em dezembro de 2014 no distrito de São Rafael. As vítimas foram assassinadas e tiveram os corpos queimados, fator agravante e considerado na definição da pena dos envolvidos

Publicado em 24 de Abril de 2026 às 18:38

Luana Luiza

Publicado em 

24 abr 2026 às 18:38

Quatro pessoas da mesma família foram mortas em Linhares no dia 11 de dezembro de 2014

Arquivo/TV Gazeta

Três homens foram condenados a 140 anos de prisão, cada um, por assassinar quatro pessoas da mesma família e estuprar uma das vítimas. O crime ocorreu no dia 11 de dezembro de 2014, na localidade de São Rafael, em Linhares, na região Norte do Espírito Santo.

A decisão foi tomada pelo Tribunal do Júri e anunciada na noite desta quinta-feira (23), após dois dias de julgamento. A Justiça determinou que os três comecem a cumprir a pena imediatamente, em regime fechado.

Jairo Conceição dos Santos e Ismael Vitor dos Santos Júnior, que respondiam ao processo em liberdade e compareceram ao julgamento, tiveram a prisão decretada imediatamente após a leitura da sentença. Já Maurício Ramos dos Santos estava preso e teve a detenção mantida.

Como aconteceu o crime

Segundo o Ministério Público do Espírito Santo (MPES), os três planejaram o crime e foram até a casa das vítimas com a intenção de matá-las, motivados por desavenças pessoais. No local, eles assassinaram Franciele Telek de Oliveira, Flávio Telek de Oliveira, Eleilson Souza e uma criança de apenas 3 anos.

Ainda de acordo com o processo, Franciele também foi vítima de estupro dentro da residência, onde a criança estava presente.

Após os assassinatos, os corpos foram queimados, o que impediu que a família realizasse um enterro adequado — fator considerado agravante na definição da pena.

O júri entendeu que os crimes foram cometidos de forma cruel, com dificuldade de defesa para as vítimas e por motivo considerado torpe, o que contribuiu para o aumento das penas. No caso da criança, a punição foi ainda maior.

O julgamento contou com a atuação dos promotores de Justiça Adriani Ozório e Claudeval Franca, que defenderam a condenação com base nas provas reunidas ao longo do processo.

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