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Guerra do tráfico

Homem é executado no meio da rua em bairro de Cariacica

Segundo a família de Felipe, o rapaz era usuário de drogas e contabilizava cerca de oito passagens pela polícia

Publicado em 08 de Março de 2019 às 12:47

Publicado em 

08 mar 2019 às 12:47
Bairro Bandeirantes, em Cariacica, onde crime ocorreu Crédito: Bernardo Coutinho
Um homem foi morto por volta das 4h30 da madrugada desta sexta-feira (08) no Bairro Bandeirantes, em Cariacica. Felipe Pereira da Silva, de 30 anos, passava pela Rua Itarana, onde mora, quando três criminosos chegaram atirando. No total, foram cerca de 10 perfurações pelo corpo da vítima, sendo a maioria na cabeça, de acordo com a perícia da Polícia Civil.
Segundo a família de Felipe, o rapaz era usuário de drogas e contabilizava cerca de oito passagens pela polícia, por crimes como tráfico de drogas e roubo. Felipe foi preso pela última vez em agosto de 2018, no dia do aniversário da mãe. Ele foi solto em 31 de janeiro.
Antes de ser morto, ele contou para a mãe, no último fim de semana, que “não duraria muito” e que achava que iria morrer. O irmão dele contou que estava indo trabalhar de madrugada quando ouviu cerca de 15 tiros, já distante de casa. Ele, no entanto, não imaginou que seria o irmão.
Quando a irmã ligou relatando que Felipe tinha sido atingido pelos disparos, o irmão voltou. Ele trabalha como encarregado e sai de madrugada.
GUERRA DO TRÁFICO
Após matar Felipe, os três homens saíram atirando no meio da rua, acertando ainda a casa de um morador. Quem é da região reclama que a guerra de tráfico de drogas é constante e que os bandidos chegam fazendo ataques, atirando em quem está na rua - como acreditam que aconteceu com o rapaz de 30 anos.
Os moradores dizem que sentem muito medo de andar no meio da rua, por causa dos conflitos. O temor é ser atingido por alguma bala perdida.
A reportagem do Gazeta Online pediu um posicionamento à Polícia Militar. A corporação disse, em nota, que naquilo que lhe compete, a PMES realiza policiamento ostensivo dia e noite, agindo preventiva e repressivamente nos casos de crimes em flagrante delito ou na iminência de ocorrer.
"No entanto, a impossibilidade de onipresença policial, torna a participação do cidadão fundamental no combate à criminalidade. Por isso, uma viatura deve ser imediatamente acionada em casos de suspeita ou ocorrência de crimes em andamento, via Ciodes (190)", completou a nota. 
Com informações de Mayra Bandeira

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