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Droga sairia do ES

Financiador do esquema de tráfico internacional é condenado a 20 anos

José Luis Guedes Welbert está preso desde junho de 2018 suspeio de fazer parte de uma quadrilha especializada em tráfico internacional de drogas; o ex-presidente da Desportiva, Edney José da Costa, também foi condenado pelo caso

Publicado em 20 de Fevereiro de 2019 às 18:29

Jose Ricardo Medeiros

Publicado em 

20 fev 2019 às 18:29
Ministério Público Federal (MPF) Crédito: Chico Guedes / Arquivo
Um homem identificado como José Luis Guedes Welbert, preso desde junho de 2018 suspeito de fazer parte de uma quadrilha especializada em tráfico internacional de drogas e lavagem de dinheiro, foi condenado a 20 anos, dois meses e 15 dias de prisão em regime fechado, além do pagamento de R$ 1.566 dias-multa. A decisão foi publicada pelo Ministério Público Federal do Espírito Santo (MPF-ES) nesta quarta-feira (20).
A Justiça chegou a absolver José Luiz pelo crime de associação para o tráfico, mas o MPF-ES recorreu da decisão. De acordo com o órgão, ele foi financiador do esquema que iria enviar para Portugal 253 quilos de cocaína dentro de um contêiner com carga de milho. A droga estava escondida dentro de um galpão, em Vila Velha, quando seis suspeitos foram presos.
Entre os suspeitos presos, estava o ex-presidente da Desportiva, Edney José da Costa, e Elio Rodrigues, que foi condenado pela Justiça Federal em primeira instância por participação no caso do helicóptero apreendido com 445 quilos de cocaína, em 2013, numa fazenda no Espírito Santo.
Edney foi preso no dia 6 de dezembro de 2018 e era uma das peças centrais da quadrilha especializada em tráfico de drogas. Ele atuava como intermediário entre os donos da droga e funcionários do Porto de Vila Velha, organizando a logística do grupo. Ele foi condenado a nove anos de prisão pelo crime.
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O grupo foi preso pela Polícia Federal assim que saiu do galpão. Como a carga de milho tem um grande volume, a droga era misturada dentro dos sacos onde a carga era levada e, por isso, ficava imperceptível para o scanner.
Quando foi preso, Edney José da Costa havia sido eleito presidente da Desportiva Ferroviária e já falava em nome do clube, apesar de ainda não ter tomado posse no cargo.

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