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Prejuízo grande

Família do ES perde R$ 400 mil em golpe na compra de carro de luxo

Grupo é suspeito de estelionato, lavagem de dinheiro e associação criminosa; dois homens foram presos no Rio de Janeiro e as investigações continuam

Publicado em 17 de Abril de 2026 às 15:37

Redação de A Gazeta

Publicado em 

17 abr 2026 às 15:37
Dois suspeitos foram presos no Rio de Janeiro após investigações da Polícia Civil do Espírito Santo
Dois suspeitos foram presos no Rio de Janeiro após investigações da Polícia Civil do Espírito Santo Reprodução/Polícia Civil

Dois suspeitos de integrar uma quadrilha especializada em estelionato e lavagem de dinheiro foram presos no Rio de Janeiro, nesta quinta-feira (16). Segundo as investigações, o grupo movimentou cerca de R$ 25 milhões em menos de um ano. A apuração começou após uma família de Vila Valério, região Noroeste do Espírito Santo, perder quase R$ 400 mil em um golpe, durante a compra de uma Dodge Ram 0 km.


Segundo informações da repórter Viviane Machado, do g1 ES, a polícia apreendeu dois carros de luxo e joias com os suspeitos, que mostraram um padrão de vida elevado mantido pelo grupo. A prisão aconteceu durante a Operação Miragem, deflagrada pela Polícia Civil do Espírito Santo com apoio da Polícia Civil do Rio de Janeiro.


Lucas da Conceição Cruz, de 27 anos, principal alvo da operação, foi preso em cumprimento de mandado. Os policiais também prenderam em flagrante Gabriel Magalhães Linhares, de 39 anos, que estava com um celular roubado. Ele também é suspeito de envolvimento nos crimes de estelionato e lavagem de dinheiro.

Como o golpe acontecia

Para dar aparência de legalidade, os suspeitos clonaram o contato de um vendedor de confiança da vítima e passaram a conduzir a negociação. Convencida de que a transação era legítima, a vítima realizou transferências bancárias que somaram cerca de R$ 397 mil. 


O dinheiro foi dividido em diversas contas de terceiros, usadas para dificultar o rastreamento dos valores. A partir da denúncia, a polícia conseguiu mapear o fluxo financeiro e identificar a base da quadrilha no Rio de Janeiro.


As investigações continuam para identificar outros envolvidos e possíveis vítimas em diferentes estados. Os materiais apreendidos, como celulares e documentos, serão analisados para detalhar a atuação da organização criminosa.


"Os telefones serão objeto de análise para entender o organograma dessa quadrilha, mas a Polícia Civil já tem mapeado por volta de R$ 25 milhões de movimentação em menos de um ano. As investigações continuam para entender como funciona essa engrenagem e tirar esses criminosos da rua", afirmou o delegado responsável pelas investigações, Erick Esteves.


*Com informações de Viviane Machado, do g1 ES

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