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Inspirados em Suzano

Escola de Guriri reforça segurança após alunos planejarem ataque

Por meio de aplicativo de conversa, estudantes teriam combinado ataque como o que aconteceu em escola do interior de São Paulo, em março deste ano, quando 10 pessoas foram mortas

Publicado em 17 de Setembro de 2019 às 07:02

Publicado em 

17 set 2019 às 07:02
Delegacia de São Mateus Crédito: Reprodução
Uma escola do balneário de Guriri, em São Mateus, Região Norte do Estado, precisou reforçar a segurança após alunos ameaçarem um ataque à instituição de ensino. Em um aplicativo de conversa, os estudantes teriam planejado atacar o colégio, inspirados pelo massacre de Suzano (SP), que aconteceu em março deste ano e 10 pessoas foram mortas.
A Secretaria de Educação de São Mateus confirmou, em nota, o que chamou de "suposta tentativa de ataque" à Escola Municipal de Ensino Fundamental (Emef) Professora Herinéia Lima Oliveira. Segundo a pasta, foram tomadas diversas medidas para reforçar a segurança no local.
Entre as medidas, os familiares dos alunos envolvidos foram convocados pela escola e comunicados da situação. Além disso, estes estudantes estão sendo devidamente acompanhados por profissionais.
A Polícia Civil foi comunicada do ocorrido e a direção registrou um boletim de ocorrência. A escola ainda protocolou no Ministério Público do Espírito Santo (MPES) as ações que foram tomadas e solicitou o acompanhamento do órgão.
Escola de Guriri reforça segurança após alunos planejarem ataque
Para garantir a segurança dos alunos, professores e funcionários, a Polícia Militar passou a acompanhar os horários de entrada e saída dos estudantes e a Guarda Patrimonial tem feito uma ronda no estabelecimento de ensino. Um guarda é mantido diuturnamente no portão.
A nota da secretaria salienta que “todos os órgãos acionados pelo município estão cumprindo o seu papel de acompanhar, apurar e elucidar tal situação, bem como desarticular esta ou qualquer outra ação”.
Além disso, a pasta afirma que a escola continua sendo um local seguro para seus estudantes e profissionais, e solicita que os familiares dos alunos que queiram mais informações procurem a direção escolar.
INVESTIGAÇÕES
Procurada pela reportagem, a Polícia Militar disse que movimenta, junto com a prefeitura, as instituições que podem auxiliar na resolução do conflito, como o MPES e a Polícia Civil. A PM atua preventivamente, de forma ostensiva, nos horários de maior fluxo de pessoas. Uma viatura faz ponto base no horário de entrada e saída dos alunos.
Já a Polícia Civil informou que o caso é investigado pela Delegacia de Infrações Penais e Outras (Dipo) de São Mateus. Informações adicionais ainda não foram passadas para não atrapalhar a apuração do fato.

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