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À luz do dia

Após 4 meses, assassinato de Fernando Cabeção ainda não foi solucionado

Caso segue sendo investigado pela polícia sob sigilo. Cabeção foi morto ao parar em um semáforo em uma avenida de grande movimento em Vila Velha

Publicado em 27 de Outubro de 2020 às 11:36

Redação de A Gazeta

Publicado em 

27 out 2020 às 11:36
Carro onde Fernando Cabeção foi executado
Fernando Cabeção foi executado dentro de uma BMW em Vila Velha Crédito: Foto leitor
assassinato de Fernando de Oliveira Reis, conhecido como Fernando Cabeção, completa quatro meses nesta quarta-feira (28). Ele foi morto a tiros em plena luz do dia em uma das principais avenidas de Vila Velha, que dá acesso à Terceira Ponte. Cabeção foi um dos condenados pela morte do juiz Alexandre Martins, ocorrida em 2003.
Nesta terça (27), a Polícia Civil foi procurada pela reportagem de A Gazeta para saber se havia informações sobre o caso, como autoria, motivação e prisão de algum suspeito. A resposta, enviada por nota, disse apenas que o caso segue sob investigação, em sigilo.
“O caso segue sob investigação da DHPP de Vila Velha, sob sigilo. Detalhes sobre o caso não serão repassados para que a apuração seja preservada”, disse a Polícia Civil, em nota.
Fernando Cabeção foi condenado intermediar morte do juiz Alexandre Martins
Fernando Cabeção foi condenado intermediar morte do juiz Alexandre Martins Crédito: reprodução/aquivo TV/Gazeta

O ASSASSINATO

Na época do assassinato de Fernando Cabeção, o boletim de ocorrência da Polícia Militar registrou que ele foi atingido pelos tiros assim que parou em um semáforo da Avenida Dr. Olivio Lira (antiga Avenida Carioca), na tarde de um domingo. Um veículo fechou o carro em que ele estava, junto da esposa, que estava como motorista. Ao todo, teriam sido feitos 15 disparos de arma de fogo.
Aos 42 anos, Cabeção levou quatro tiros no braço direito, cinco na região da costela e outros três no peito. Por causa dos ferimentos, ele morreu ainda no local. Já a mulher foi socorrida de ambulância para um hospital, mas apresentava apenas ferimentos leves, causados pelos estilhaços do vidro.

ENVOLVIMENTO COM HOMICÍDIOS E TRÁFICO DE DROGAS

Fernando Cabeção foi condenado a 23 anos por envolvimento no homicídio do juiz Alexandre Martins de Castro Filho, em 2005. Já cumprindo a pena, Fernando Cabeção passou oito anos em um presídio federal e depois foi transferido para a Penitenciária de Segurança Máxima de Viana, de onde saiu em 2009, mediante autorização da Justiça.
Segundo informações da Polícia Civil, ele era também a maior liderança do tráfico de drogas no bairro Guaranhuns, em Vila Velha. Já de acordo com a Polícia Militar, Cabeção teria envolvimento, ainda, com um homicídio que aconteceu no bairro Divino Espírito Santo, horas antes dele próprio ser assassinato.

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