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Crime

Acusado de aplicar golpes no Sul do ES é preso no Rio de Janeiro

Segundo a polícia, Fernando Alves da Silva passava cheques roubados às vítimas, na comercialização de produtos, automóveis e imóveis

Publicado em 26 de Junho de 2019 às 23:04

Publicado em 

26 jun 2019 às 23:04
Fernando Alves da Silva é foragido da Justiça, segundo a Polícia Civil Crédito: Divulgação
Fernando Alves da Silva procurado por aplicar dezenas de golpes a pessoas do Sul do Espírito Santo, foi preso nesta quarta-feira (26) no Rio de Janeiro. Segundo a polícia, ele passava cheques roubados às vítimas, na comercialização de produtos, automóveis e imóveis. Fernando Alves da Silva morava em Itapemirim, Litoral Sul do Estado.
Segundo o delegado de plantão em Itapemirim, Edson Lopes, a prisão foi graças a ação integrada das policias capixaba e carioca. Fernando Alves da Silva estaria escondido no bairro Olaria e levando uma vida normal no estado vizinho. Ele foi levado para o 21ª delegacia de Polícia do Rio de Janeiro, em Bom Sucesso, e seria encaminhado ao centro de detenção provisória.
O delegado Edson Lopes informou que pedirá a transferência do detento para o Espírito Santo.
O CASO
Os casos ganharam repercussão em fevereiro deste ano quando quatro vítimas deram queixa do estelionatário na delegacia de Cachoeiro de Itapemirim. Carros, moto e até uma lancha, que estavam sendo vendidas pela internet, foram negociados com o golpista e pagos com documentação falsa.
Na época, o titular da Delegacia Regional de Itapemirim, Djalma Pereira, revelou que Fernando Alves da Silva possui sete inquéritos, somente de vítimas do balneário. “Há inquérito contra ele aqui, na Serra, em Piúma, em Presidente Kennedy. Pedimos a Justiça pela prisão dele há 10 dias e não o localizamos até então”, conta o delegado.
Apesar de serem pouco usados no comércio, o delegado comenta que os cheques do golpista eram, às vezes, clonados de contas ativas dificultando a verificação das vítimas. “A suspeita é de que ele tenha adquirido um talonário de cheques de um banco de Presidente Kennedy que iria ser descartado. Esses documentos foram furtados da agência, que denunciou o caso à polícia”, revela o delegado.

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