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Frente a frente

Bombeiros reencontram bebê que caiu sem querer em vaso sanitário

Agentes levaram doações e presentes; mãe da pequena Ana Maria tem deficiência mental

Publicado em 02 de Agosto de 2019 às 21:35

Larissa Avilez

Publicado em 

02 ago 2019 às 21:35
A mãe Edna Gama Divino com a filha Ana Maria Crédito: Reprodução | TV Gazeta Noroeste
Depois de ajudar no nascimento da pequena Ana Maria, os bombeiros voltaram nesta sexta-feira (2) ao bairro Honório Fraga, em Colatina, no Noroeste do Estado, para levar algumas doações. Nas sacolas: fraldas, leite e presentes para a bebê, que está saudável, mesmo após uma vinda ao mundo conturbada.
Apressada, ela nasceu antes do previsto, no último dia 21 de julho. A mãe Edna Gama Divino, de 30 anos, tem deficiência mental e acabou tendo a filha dentro do banheiro da casa. Após cair sem querer dentro do vaso sanitário, a pequenina foi resgatada pela madrasta da mãe, Matilde Albino da Silva. Os bombeiros chegaram logo em seguida.
“Eu percebi que ela (a mãe) estava indo muito ao banheiro. Então, eu liguei para o meu marido e estávamos nos preparando para ir ao hospital. Pedi para ela não sentar na privada porque era perigoso do bebê nascer, mas ela não me ouviu”, contou a madrasta. “Apesar do susto, foi um momento especial”, completou.
A Sargento Ana Paula, que ajudou no nascimento da pequena Ana Maria Crédito: Reprodução | TV Gazeta Noroeste
Naquele dia, ainda na casa da família, os bombeiros realizaram os primeiros procedimentos de praxe, como o corte do cordão umbilical – atendimento que foge da rotina pesada dos oficiais. “É uma emoção muito grande reencontrá-la. É muito gratificante tê-la agora no meu colo, saudável”, comentou a Sargento Ana Paula.
NO AGUARDO DA LAQUEADURA
A pequena Ana Maria é terceira filha de Edna, que tem deficiência mental. Por isso, todas são cuidados pela Matilde, que espera conseguir uma laqueadura para a enteada. “Ela já tem três crianças e, querendo ou não, ela mesma acaba sendo outra criança. Por isso estou recorrendo à laqueadura”, explicou a madrasta.
A madrasta de Edna, Matilde Albino da Silva, com a outra filha da enteada Crédito: Reprodução | TV Gazeta Noroeste
De acordo com ela, o procedimento só poderia ser feito 60 dias após o parto. “Os médicos que nos atenderam na semana anterior ao nascimento da Ana Maria explicou. Também é preciso um laudo do neurologista e uma carta assinada por um juiz, para autorizar o procedimento”, contou. Com a laqueadura, Edna terá as tubas uterinas cortadas e não poderá mais engravidar.
QUER AJUDAR?
Soldado Neto e Sargento Lopes com as sacolas de doações Crédito: Reprodução | TV Gazeta Noroeste
Quem quiser colaborar com doações à família da pequena Ana Maria pode levar fraldas, leite ou roupinhas para a bebê até a sede da 3ª Companhia Independente do Corpo de Bombeiros, que fica no km 1 da Rodovia do Café, no bairro Carlos Germano Naumann, em Colatina.

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