Recuperar senha

Já tem uma conta?

Acesse aqui

Cadastrar nova senha

Já tem uma conta?

Acesse aqui

  • Início
  • Capixaba
  • GV
  • Sem manutenção, trânsito na Segunda Ponte pode ficar inviável, diz Crea
Grande Vitória

Sem manutenção, trânsito na Segunda Ponte pode ficar inviável, diz Crea

De acordo com consultor do Crea-ES, a parte mais crítica da ponte é a parte cuja estrutura fica dentro da Baía de Vitória

Publicado em 22 de Novembro de 2018 às 14:47

Redação de A Gazeta

Publicado em 

22 nov 2018 às 14:47
Segunda Ponte precisa de manutenção, diz Crea-ES Crédito: Fernando Madeira
Quase um ano depois do laudo técnico do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Espírito Santo (Crea-ES) apontar problemas na Segunda Ponte, a situação do local ainda preocupa. Construída na década de 1970, a ponte precisa de manutenção e monitoramento constante ou, no futuro, o transitar sobre ela.
"Ano passado o grupo de trabalho de infraestrutura e mobilidade urbana do Crea-ES e engenheiros fizeram uma vistoria e detectaram algumas anomalias em peças de sustentação da ponte, dos pilares, como ferragem exposta, armadura da ponte com avançado grau de corrosão, oxidação, desagregação do concreto.  É uma ponte que já tem quase 40 anos e um trânsito pesado e intenso. Então requer maior cuidado para que a vida útil dela seja mantida e amanhã, uma deformação maior, mesmo que ela não venha a ruir, venha impedir o trânsito, o que traria um caos para a nossa Grande Vitória. É uma das vias mais importantes", afirmou o consultor do Crea ES José Marcio Martins, em entrevista ao Bom Dia Espírito Santo.
Ainda de acordo com o engenheiro, a parte mais crítica da ponte é a parte cuja estrutura fica dentro da Baía de Vitória. Ele defende um programa de manutenção preventiva para a Segunda Ponte, que é de responsabilidade dos governos Estadual e Federal.
"Os pilares que estão no ambiente marinho têm situação pior, porque vêm do mar cloretos agressivos ao concreto. Essa ponte foi construída com muita robustez, a gente percebe isso nas estruturas que são fortes. A robustez estrutural da ponte permitiu ela receber esse tranco do ambiente agressivo marinho e esse excessivo trânsito. Quando nós entramos em contato com os órgãos gestores, parece que eles estão sempre com o pires na mão atrás de recurso. Acho que esses recursos têm que ser garantidos todo ano, tem que ser uma política de Estado a manutenção de pontes. Tem que fazer uma inspeção mais minuciosa na ponte e depois fazer um projeto de recuperação e complementar isso com um monitoramento constante da ponte", defende.
Sem previsão de obras
Desde a divulgação do laudo do Crea-ES, em dezembro do ano passado, alguns reparos na Segunda Ponte foram feitos pelo Departamento de Estradas de Rodagem do Estado do Espírito Santo (DER-ES) e pelo Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT). 
Procurado pela reportagem, o DNIT, que é responsável pelo trecho mais danificado da Segunda Ponte confirmou que "há laudos que a pontam a necessidade de reparos da ponte", mas não há previsão para realizar o serviço, uma vez que "nesse momento não há risco".
Com informações da TV Gazeta
Viu algum erro?
Fale com a redação
Informar erro!

Notou alguma informação incorreta no conteúdo de A Gazeta? Nos ajude a corrigir o mais rápido possível! Clique no botão ao lado e envie sua mensagem

Fale com a gente

Envie sua sugestão, comentário ou crítica diretamente aos editores de A Gazeta

A Gazeta integra o

Saiba mais

Recomendado para você

Imagem de destaque
Quer um jantar leve e rico em proteínas? Veja 3 receitas de sopas saudáveis
Compare e Vote - comparador de propostas de A Gazeta
A Gazeta lança ferramenta para comparar propostas dos candidatos ao governo do ES e à presidência
Colegas do cabo da PM Luiz Gustavo Xavier do Vale se tornaram réus no processo de morte de casal em Cariacica
Colegas de PM que matou casal de mulheres em Cariacica viram réus

© 1996 - 2024 A Gazeta. Todos os direitos reservados