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FISCALIZAÇÃO

PRF já multou 633 motoristas com auxílio de bafômetro passivo no ES

Equipamento aponta indícios de consumo de álcool por motoristas pelo ar

Publicado em 06 de Junho de 2019 às 22:11

José Carlos Schaeffer

Publicado em 

06 jun 2019 às 22:11
Bafômetro passivo com a luz indicativa (à esquerda) e o tradicional (direita). Crédito: José Carlos Schaeffer
O uso do bafômetro passivo, que detecta, pela aproximação, indícios de uso de álcool por motoristas, resultou em 633 condutores multados no Espírito Santo desde que o equipamento passou a ser utilizado, em setembro do ano passado. De acordo com a Polícia Rodoviária Federal, o equipamento está em uso nas estradas e o levantamento reúne dados até este mês.
Segundo o inspetor da PRF Valdo Lemos, o aparelho possui um sistema mais rápido e prático do que o etilômetro tradicional (aquele que é necessário assoprar no bico do medidor) e auxilia de forma efetiva nas fiscalizações.
“A partir de uma pequena distância a pessoa sopra na base do aparelho e ele automaticamente faz a leitura: mostrando a luz verde, quando não é confirmado nenhum tipo e vestígio e a pessoa pode ser liberada, ou a luz vermelha, que indica o consumo de álcool. Aí a gente convida pessoa a fazer o teste do etilômetro tradicional”, afirmou.
MULTA E LIMITES PARA AUTUAÇÃO
Das 633 multas, 267 foram por constatação, quando se confirmou a presença de álcool no organismo pelo etilômetro tradicional e 366 por recusa da segunda averiguação, quando a pessoa não se submete ao teste tradicional mas sofre as sanção da mesma forma.
Segundo o inspetor, caso seja confirmada a presença de álcool no organismo, até a quantidade de 0.29 mg/L (miligramas de álcool por litros de ar expelido dos pulmões), a pessoa sofre sanções administrativas, com multa de R$ 2.934,00 e suspensão automática da carteira de habilitação. Acima dos 0.29 mg/L, além da multa e perda da CNH, o condutor responde criminalmente, como explica Lemos.
“Se passar de 0.29 mg/L, nós teremos todas as medidas administrativas de multa e suspensão da carteira, mais uma tipificação criminal em que a pessoa será encaminhada para o DPJ mais próximo, entregue ao delegado e presa por essa conduta”.
Assim como o etilômetro tradicional, a nova ferramenta também pode ser recusada pelo motorista. Mas, as sanções são aplicadas da mesma forma, como explica o inspetor.
“Se a pessoa se recusa, a multa será aplicada, a carteira será suspensa mediante processo administrativo instaurado pelo Detran, e ele não pode continuar na direção do veículo. Vai ter que apresentar uma pessoa habilitada. Se não apresentar, o veículo ficará retido. O equipamento é um filtro. Ele só indica a presença ou não. Então, a pessoa se recusando, é como se estivesse se recusando ao etilômetro tradicional”.
No Estado, 25 aparelhos do bafômetro passivo são utilizados pela PRF, em operações temáticas, feriados prolongados e fiscalizações de rotina.

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