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Reflexos

Interdição em Itaparica lota Terminal de Vila Velha e gera problemas

Como a frota aumentou no Terminal de Vila Velha, motoristas não têm onde estacionar e acabam deixando os coletivos em locais proibidos

Publicado em 30 de Julho de 2018 às 18:41

Redação de A Gazeta

Publicado em 

30 jul 2018 às 18:41
Muitos coletivos ficam parados em ruas ao entorno do Terminal de Vila Velha Crédito: Kaique Dias
Com 25 linhas a mais no Terminal de Vila Velha, após a interdição do Terminal de Itaparica, está faltando espaço para tantos ônibus no local. Com essa situação, muitos motoristas estão estacionando em locais irregulares ou ficam rodando no entorno do terminal até por mais de 20 minutos.
Na semana passada, um motorista estacionou em frente a uma capela mortuária porque não tinha espaço em lugar algum, e acabou sendo multado. A infração é grave e rende multa de quase R$ 200 e cinco pontos na carteira.
Dentro do terminal não tem espaço nas garagens disponíveis. A Avenida Gonçalves Ledo, que dá acesso à Avenida Carioca, sentido Terceira Ponte, é uma das mais utilizadas. Há momentos em que a fila chega a dez coletivos de uma só vez. Perto de uma faculdade também tem motorista estacionando, mesmo com uma placa bem ao lado dizendo que é proibido estacionar.
Um motorista, que prefere não se identificar, queria entrar no horário de almoço, mas não estava achando lugar para colocar o ônibus. “Não tem lugar para estacionar. E no intervalo que seria do almoço, vou fazer como? Todos os lugares são proibidos. Vou ficar uma hora e meia rodando porque não tem lugar para estacionar”, lamentou.
O também motorista Everton Gava, de 32 anos, ficou 15 minutos procurando vaga antes de entrar para o horário de almoço. “É muito carro para colocar em um local que não tem espaço. Eles deveriam arrumar algum outro local, alugar um estacionamento, porque aqui não tem como colocar. É perigoso ter acidente também”, explicou.
“CULPA NÃO É DOS MOTORISTAS”
O diretor do Sindicato dos Trabalhadores em Transportes Rodoviários do Espírito Santo (Sindirodoviários-ES) diz que o número de ônibus no Terminal de Vila Velha triplicou com a transferência das linhas de Itaparica. Ele acredita que a culpa não é dos motoristas e que a Ceturb precisa resolver o problema com a prefeitura.
Muitos coletivos ficam parados em ruas ao entorno do Terminal de Vila Velha Crédito: Kaique Dias
“Eu acho que deveria ter sido feito um estudo mais rápido para evitar esse confronto. A cobrança deve ser feita com a Ceturb porque a irresponsabilidade foi diretamente dela”, declarou Silvio.
CETURB PEDE AJUDA À PREFEITURA
A diretora de operações da Companhia de Transportes de Passageiros do Estado (Ceturb), Rosane Giubert, diz que a prioridade inicial após a interdição foi garantir os serviços para os passageiros, mas que nesta semana a companhia está estudando outras medidas para que reduza a quantidade de coletivos na região do terminal.
“Nós já fizemos todo o contato com a Guarda Municipal para identificar quais vias onde a permanência temporária interfira o mínimo na circulação local e estamos fazendo estudos técnicos na busca de áreas que comportem o número de ônibus. Os estudos devem ficar prontas essa semana”, declara.
Enquanto isso, motoristas são orientados a não estacionarem em alguns pontos, como faixas de pedestres em frente de garagens e em saídas de carros. Segundo Rosane, a situação não acontece nos horários de pico, já que 100% da frota está nas ruas. Nos entre picos, no entanto, muitos coletivos fazem intervalos técnicos.
CONSULTA PÚBLICA PARA LIBERAÇÃO
Em nota, a Prefeitura de Vila Velha disse que uma consulta pública será aberta para a população decidir sobre o estacionamento da Ceturb e reforçou que ofereceu a Rodoviária de Vila Velha para receber as linhas que foram para o Terminal de Vila Velha, já que o espaço tem infraestrutura para os motoristas. O pedido foi recusado.
A prefeitura também declarou que a Ceturb pediu à prefeitura a mudança de placas do município, liberando vagas para as linhas estacionarem nas ruas. A administração informou que o pedido também será analisado via consulta pública.

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