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Desde 1982

Fotos: a evolução do carnaval de Vitória nas últimas décadas

Acervo do jornal A Gazeta mostra desfiles e preparativos da principais escolas de samba da Grande Vitória. Algumas já até não existem mais

Publicado em 18 de Fevereiro de 2019 às 14:54

Sullivan Silva

Publicado em 

18 fev 2019 às 14:54
ANTES, UM POUCO DE HISTÓRIA
A folia capixaba começou aos poucos e foi ganhando força, com desfiles no Centro de Vitória. Passou uma crise e ressurgiu com toda força.
Fundada em 15 de janeiro de 1955, a Unidos da Piedade foi a primeira escola de samba capixaba. Surgiu depois que Sebastião Rômulo Nascimento, o Rominho, chegou a Vitória e ensinou os integrantes da comunidade a tocar instrumentos já usados no Rio de Janeiro.
1958
Em 1958, a União de Batucadas e Escolas de Samba (Ubes) organizou o primeiro concurso oficial das escolas de samba capixabas. A Prefeitura de Vitória incluiu uma verba pública destinada a compra de instrumentos e materiais para as fantasias e alegorias.
1959
As agremiações não tiveram o apoio financeiro do Poder Público, o que impediu que acontecesse o desfile das escolas de samba e batucadas. A verba pública só foi novamente empregada no carnaval de 1960, quando também surgiram as escolas Amigos da Gurigica e Santa Lúcia.
1983
As apresentações das agremiações começavam a ganhar contornos de competição e as escolas de samba capixabas desfilavam nas proximidades do Forte de São João e seguiam pela Avenida Princesa Isabel, no Centro de Vitória.
1986
Os desfiles deixaram as avenidas Jerônimo Monteiro e Princesa Isabel, no Centro da Capital, e passaram a ser realizados na Reta da Penha, também em Vitória.
1987
O sucesso na Reta da Penha foi tanto que os sambistas tiveram a ideia de construir um sambódromo, que foi inaugurado em 27 de fevereiro de 1987 e logo ganhou o apelido de Sambão do Povo, dada a garra das pessoas que toparam construí-lo meses antes do carnaval.
1992
Muitas escolas se recusaram a participar dos desfiles. Foi uma época de crise, sem apoio da prefeitura e do setor privado. Em protesto, outras decidiram não desfilar no ano seguinte, 1993, e investir o dinheiro no carnaval de 1994, o que não aconteceu. Devido a isso, foram cinco anos sem Carnaval de Vitória.
1998
Os desfiles voltaram a acontecer, só que na Avenida Jerônimo Monteiro, já que a estrutura do Sambão estava abalada e parte da arquibancada havia sido demolida para a construção de uma quadra. Os desfiles passaram a acontecer uma semana antes do carnaval oficial.
2001
Ano de retorno dos desfiles para o Sambão do Povo, em Vitória. Ficou estabelecido que as escolas desfilariam em dois dias, uma sexta e um sábado. O Sambão foi reestruturado tendo sua capacidade reduzida para menos da metade – 18 mil pessoas para 7,5 mil.
FOTOGRAFIAS DO ACERVO DO JORNAL A GAZETA
ANDARAÍ
ARCO ÍRIS
BOA VISTA
CHEGA MAIS
CHEGOU O QUE FALTAVA 
IMPERATRIZ DO FORTE 
INDEPENDENTE DE SÃO TORQUATO
MOCIDADE DA PRAIA 
MOCIDADE SERRANA 
MOCIDADE UNIDA DA GLÓRIA 
NOVO IMPÉRIO 
ORIGINAIS DO CONTORNO 
 PEGA NO SAMBA
ROSAS DE OURO
UNIÃO JOVEM DE ITACIBÁ
UNIDOS DA PENHA
UNIDOS DA PIEDADE
JUCUTUQUARA
VAI QUEM QUER 

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