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OBRA PARADA DESDE 2015

Cais das Artes fica sem proteção após queda de tapumes em Vitória

O incidente aconteceu na tarde desta quarta-feira (11). De acordo com um vigilante que trabalha no local, ninguém se feriu

Publicado em 12 de Setembro de 2019 às 12:12

Gina Strozzi

Publicado em 

12 set 2019 às 12:12
Parte dos tapumes que cercam terreno do Cais das Artes caiu nesta quarta-feira (11) Crédito: José Carlos Schaeffer
Desde 2015 com as obras paralisadas, o Cais das Artes ficou exposto, sem proteção, após a queda de parte dos tapumes que isolam o terreno em que está construído parcialmente o imóvel. O incidente aconteceu na tarde desta quarta-feira (11). De acordo com um vigilante que trabalha no local, ninguém se feriu. Com a queda da estrutura, um vão se abriu na parte lateral do terreno, que está localizado na Enseada do Suá, em Vitória.
Cais das Artes fica aberto após queda de tapumes
A reportagem do Gazeta Online esteve no local e constatou que a estrutura de madeira que sustentava a proteção estava bastante danificada. Com a queda, foi possível ver uma formação de vegetação em partes do terreno, assim como materiais expostos ao tempo.
Procurado, o Instituto de Obras Públicas do Espírito Santo (Iopes) informou que a limpeza do terreno do Cais das Artes foi realizada em maio, e que os serviços são executados conforme a necessidade de manutenção do local. Sobre os tapumes, o Iopes disse que até terça-feira da próxima semana eles já deverão estar repostos.
Vegetação se forma em terreno do Cais das Artes. Governo diz que última limpeza foi feita em maio Crédito: José Carlos Schaeffer
As obras do Cais das Artes tiveram início no ano de 2010. Em 2015, após mais de R$ 129 milhões de investimentos e longe da conclusão, os trabalhos foram paralisados. Desde então, o local está sem nenhuma movimentação de máquinas ou operários.
Sobre a retomada das obras, o Iopes informou que o primeiro consórcio foi à falência, e que o segundo ingressou com uma ação na Justiça, impedindo que a Secretaria de Estado de Mobilidade Urbana e Infraestrutura (Semobi) e o próprio Iopes retomassem a conclusão do projeto. O governo do Estado disse que busca um acordo judicial com a empresa para retomar a obra no ano que vem.

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