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Rio Doce

Após receber ameaça de processo, prefeito de Baixo Guandu critica Renova

Fundação repudiou críticas públicas de Neto Barros sobre gastos para reparar prejuízos de vítimas da tragédia do Rio Doce

Publicado em 16 de Janeiro de 2019 às 00:01

Publicado em 

16 jan 2019 às 00:01
O prefeito Neto Barros, de Baixo Guandu Crédito: TV Gazeta | Heriklis Conceição
O prefeito de Baixo Guandu, Neto Barros (PCdoB), confirmou o recebimento de uma carta da Fundação Renova, avisando que a entidade iria processá-lo pelo que disse durante a 33ª Reunião Ordinária do Comitê Interfederativo, realizada nos dias 17 e 18 de dezembro do ano passado. As críticas teriam sido feitas devido às reparações em decorrência da tragédia envolvendo o Rio Doce.
De acordo com Neto Barros (PCdoB), o envio da carta é uma tentativa de amedrontar toda a população da cidade. “Se fazem uma intimidação desse tipo com o prefeito, imaginem o que deve acontecer nos escritórios de atendimento aos atingidos”, afirmou. “A Renova deveria se preocupar em mostrar para os cidadãos o que está fazendo para melhorar a vida das vítimas”, ressaltou.
Segundo ele, a Fundação ainda não pagou os gastos que o município teve em 2015 com a mudança de captação e tratamento de água necessária para abastecer a população, após o rompimento da barragem em Mariana (MG). “Todo mundo que mora aqui em Baixo Guandu foi atingido, mas eles consideram apenas 5 mil pessoas”, informou. “Nós vamos continuar lutando para que cumpram a legislação ambiental”, disse.
RESPOSTA
Em nota, a Fundação Renova esclareceu que a carta endereçada ao prefeito de Baixo Guandu serviu para manifestar a discordância com os termos usados por ele na 33ª reunião do Comitê Interfederativo. E que negociou, em conjunto com as prefeituras e a Câmara Técnica, a definição de uma metodologia para viabilizar o ressarcimento dos gastos extraordinários, ainda que estes não tenham sido comprovados por 90% dos municípios.
Ao todo, deverão ser R$ 53 milhões distribuídos entre 39 cidades do Espírito Santo e de Minas Gerais. Até o momento, 19 receberam o valor e outras quatro estão em processo de análise de documentos para assinatura do acordo.

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