Sair
Assine
Entrar

Entre para receber conteúdo exclusivo.
ou
Crie sua conta A Gazeta
Recuperar senha

Preencha o campo abaixo com seu email.

Meio Ambiente

ES e MG querem concessão para tratar esgoto em toda Bacia do Rio Doce

Ideia é que todos os municípios localizados na Bacia do Rio Doce tenham tratamento de esgoto feito por meio de PPPs

Publicado em 17 de Fevereiro de 2020 às 19:38

Redação de A Gazeta

Publicado em 

17 fev 2020 às 19:38
Rio Doce, em Colatina, durante as cheias das últimas semanas Crédito: João Henrique Castro
Os governos de Minas Gerais e do Espírito Santo querem, através de investimentos privados, tratarem todo o esgoto de municípios cortados pela Bacia do Rio Doce. A meta arrojada foi divulgada nesta segunda-feira (17), em Belo Horizonte, durante o lançamento do Plano Estratégico Minas Gerais e Espírito Santo, que envolve uma parceria entre os governos e federações das indústrias dos dois Estados.
O pacto é de uma atuação conjunta junto ao governo federal e o Congresso Nacional para a aprovação da regulamentação de um novo regramento para parcerias público-privadas (PPP). Havendo essa atualização na lei, a ideia é fazer concessões em PPPs do saneamento em toda a bacia do rio, com o tratamento de todo esgoto.
O presidente da Findes, Léo de Castro, concordou que a meta é ousada, mas segundo ele é totalmente factível e urgente. A Fundação Renova, criada pela Samarco para reparar danos da tragédia de Mariana, o que inclui a recuperação do rio, até prevê investimentos em saneamento. Mas agora a ideia é ir além.
"Essa iniciativa de PPPs no saneamento é algo que o brasileiro deveria exigir de forma imediata, por parte do poder público. É uma vergonha a gente estar no século XXI e o Brasil como um todo ter só metade do esgoto tratado. É algo triste. No caso da Bacia do Rio Doce, a Renova já vem dando um apoio importante, mas nós queremos mais celeridade nisso", afirmou.
Também para a Bacia do Rio Doce, nos dois Estados, o plano prevê a recuperação de 120 mil hectares no Espírito Sano e de 425 mil em Minas Gerais até 2025 por meio de ações de restauração e conservação na vegetação. Os Estados pretendem ainda celebrar convênios para alinhar ações que permitam recuperar nascentes e revitalizar afluentes do rio.
Somando todos os projetos, a carteira o Plano Estratégico MG/ES prevê R$ 56 bilhões em investimentos nos dois Estados. Só no Espírito Santo, essas obras tem potencial para criar 11,5 mil postos de trabalho.

Este vídeo pode te interessar

Viu algum erro?
Fale com a redação
Informar erro!

Notou alguma informação incorreta no conteúdo de A Gazeta? Nos ajude a corrigir o mais rapido possível! Clique no botão ao lado e envie sua mensagem

Fale com a gente

Envie sua sugestão, comentário ou crítica diretamente aos editores de A Gazeta

A Gazeta integra o

Saiba mais

Recomendado para você

Vitrine de dia das mães
Dia das Mães: 40 sugestões de presentes para todos os estilos
Plataforma de petróleo
União pede que STF mantenha regras sobre royalties do petróleo
Imagem de destaque
Pele seca: 7 cuidados para manter a hidratação no outono

© 1996 - 2024 A Gazeta. Todos os direitos reservados