Sair
Assine
Sair
Entrar

Recuperar senha

Já tem uma conta?

Acesse aqui

Cadastrar nova senha

Já tem uma conta?

Acesse aqui

Vitória do Futuro

Capital do ES tem vocação para inovar

A cidade é voltada para ambiente de negócios e também para aprimorar os serviços ao cidadão, além de ser uma das mais competitivas e mais empreendedoras do país

Publicado em 08 de Setembro de 2021 às 02:02

Publicado em 

08 set 2021 às 02:02
Unidade de saúde; Vitória
A Capital tem uma rede de saúde interligada com prontuários eletrônicos dos pacientes Crédito: Jansen Lube/PMV
A  inovação é uma vocação da Capital, voltada para ambiente de negócios e também para aprimorar os serviços ao cidadão. A avaliação é da diretora-presidente da Companhia de Desenvolvimento, Inovação e Turismo de Vitória, Camila Brandão.
Vitória conta com uma rede de saúde interligada com prontuários eletrônicos; semáforos inteligentes em instalação, com utilização da tecnologia IoT - Internet of Things, na sigla em inglês, ou Internet das Coisas - e capacidade de se autorregular a partir da percepção do movimento do tráfego; automatização e simplificação de processos para abertura de novos empreendimentos; internet gratuita nas diversas regiões através do Vitória Online; e automação na segurança pública com o videomonitoramento e o acompanhamento das ocorrências em tempo real, para citar alguns exemplos.
"Reter talentos é um dos nossos principais desafios, além de democratizar o acesso à tecnologia para todas as regiões. Tudo isso com uma grande infraestrutura e base na legislação"
Camila Brandão - Diretora-presidente da Companhia de Desenvolvimento, Inovação e Turismo de Vitória
Um dos caminhos para reforçar ainda mais a vocação da cidade é, assegura Camila Brandão, finalmente tirar do papel o Parque Tecnológico de Vitória, em Goiabeiras. “O momento atual é de preparação de leis para fomento de empresas de base tecnológica e a expectativa é que o lançamento seja nos primeiros meses de 2022”, planeja.
O Estado também se faz presente quando o assunto é inovação na Capital. Segundo Tyago Hoffmann, secretário estadual da Ciência, Tecnologia, Inovação, Educação Profissional e Desenvolvimento Econômico, o governo capacita, coordena, monitora, apoia, financia e concede recursos não reembolsáveis para a área, por meio das Escolas Técnicas, Conselhos, participação na Mobilização Capixaba pela Inovação (MCI), lançando editais através da Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Espírito Santo (Fapes) e participando de fundos de inovação com o Banco de Desenvolvimento do Espírito Santo (Bandes).
E ainda são operacionalizadas políticas nacionais, tais como o Programa Centelha e o Tecnova, além do laboratório de cidades inteligentes, com pesquisas na área de IoT, coordenado pelo Instituto Federal do Espírito Santo (Ifes) e localizado no Centro de Pesquisa, Inovação e Desenvolvimento (CPID).
“A cidade conta com diversos habitats de inovação, entre os quais incubadoras, aceleradoras, hubs, espaços de coworking e laboratórios de inovação aberta. Podemos destacar o FindesLAB, o Base27, a TechVitória, SebraeLab, Agência de Inovação do Ifes e o Instituto de Inovação Tecnológica (Init) da Ufes. São muitas iniciativas a serem destacadas com foco nesta virada tecnológica”, pontua o secretário.

BOM LUGAR PARA NEGÓCIOS

Para quem tem uma ideia na cabeça e quer empreender, Vitória é um bom lugar para colocar o projeto em prática. Não à toa, está entre os municípios mais competitivos e também ocupa a 4ª posição entre as 100 cidades mais empreendedoras do Brasil.
Tiago Rossi e Renata Lage, da start up Mental Pro
Tiago Rossi e Renata Lage, da start up Mental Pro: com a pandemia, solução tecnológica passou a ser demanda real nas empresas  Crédito: Divulgação
O casal Tiago Rossi e Renata Lage vivenciou o que esses dados representam. Antes da pandemia,na Mental Pro, eles tinham um projeto de monitoramento da saúde mental de trabalhadores, com a proposta de que as empresas cuidassem melhor de seu público interno a partir de dados coletados por meio de ferramenta tecnológica.
“Com a chegada da pandemia, a solução tecnológica passou a ser uma demanda real nas empresas. Mas o começo é sempre incerto e estávamos ainda em desenvolvimento”, lembra Tiago. Foi então que Alexandre Rodrigues e Bruno Vivas, sócios na Brooder, encontraram a startup do casal numa rede social da internet, e quiseram financiar o projeto. Era o que faltava para o negócio prosperar, e hoje o casal colhe o fruto de novas contratações da solução que oferecem.
“Trabalhamos com orientação e investimento, ajudamos no início da caminhada de quem está empreendendo, e o fato de estarmos em Vitória é muito bom. Além de ter uma base tecnológica, a cidade conecta pessoas. Há um estudo (da Microsoft) que diz que seis pessoas separam você de qualquer outra, seja o Papa, seja o presidente dos Estados Unidos. Em Vitória, acredito que deva ser duas ou três, isso é ganho e poder”, valoriza Rodrigues.
“Além disso, aqui pode-se pensar em negócios globais, pela facilidade da internet. Também, se um empreendimento dá certo em Vitória, é grande a chance de dar certo em qualquer lugar”, complementa Vivas.
Alexandre Rodrigues e Bruno Vivas, sócios na Brooder
Alexandre Rodrigues e Bruno Vivas, sócios na Brooder, trabalham com orientação e investimento para empreendedores Crédito: Divulgação

Acesse revista interativa em homenagem aos 470 anos de Vitória:

Este vídeo pode te interessar

Viu algum erro?
Fale com a redação
Informar erro!

Notou alguma informação incorreta no conteúdo de A Gazeta? Nos ajude a corrigir o mais rapido possível! Clique no botão ao lado e envie sua mensagem

Fale com a gente

Envie sua sugestão, comentário ou crítica diretamente aos editores de A Gazeta

A Gazeta integra o

Saiba mais

Recomendado para você

Acidente aconteceu na manhã desta terça-feira (16), no bairro Pedra D'água
Acidente entre moto e carro deixa motociclista ferido em São Mateus
Imagem de destaque
TJES mantém ação penal contra vereador acusado de injúria racial em partida de futebol
Imagem de destaque
ES tem 14 seleções e concursos abertos com 1.800 vagas e salários de até R$ 10 mil

© 1996 - 2024 A Gazeta. Todos os direitos reservados