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Economia

Pânico no mercado: o que aconteceu nesta segunda-feira

Luiz Alberto Caser, sócio da Valor Investimentos, explica em análise escrita para os leitores de A Gazeta

Publicado em 09 de Março de 2020 às 19:48

Redação de A Gazeta

Publicado em 

09 mar 2020 às 19:48
Luiz Alberto Caser, sócio da Valor Investimentos Crédito: Divulgação
Após o Ibovespa fechar na sexta-feira em forte queda, de 4.1% (abaixo dos 100.000 pontos) tivemos mais uma surpresa na manhã desta segunda-feira (9) com certo pânico nos mercados.
As bolsas mundiais amanheceram em um movimento generalizado de sell-off (vendas) e na esteira desse movimento o Ibovespa abriu em queda de 9%. Além disso, tivemos o acionamento do mecanismo de proteção (circuit breaker), o qual toda vez que a Bolsa bate 10% de queda, as negociações do pregão são interrompidas por 30 minutos.
O principal motivo dessa situação ainda são as preocupações com o COVID19 (coronavírus) e, principalmente, com o fim do acordo na OPEP (que inclui os maiores produtores do mundo e aliados como a Rússia), com o preço do petróleo caindo cerca de 30% na madrugada de hoje.
A crise no petróleo se intensificou no final de semana com o desacordo entre Arábia Saudita, líder da OPEP, e a Rússia. Vale lembrar que tal parceria existe desde 2016 e foi importante para reequilibrar os preços do petróleo na época. Além disso, a Arábia Saudita iniciou a retaliação ao fracasso do acordo de cortes na produção ainda no final de semana, ao oferecer descontos de preços a partir de abril por meio da estatal petrolífera Saudi Aramco.
O que fazer agora? Não se desespere! Mantenha a calma e faça uma revisão dos teus investimentos no que tange ao perfil de risco e prazo dos ativos que compõe tua carteira.
Importante que saibamos que a despeito desse problema todo, ainda não há destruição de valor na maioria das empresas da bolsa brasileira. Grande parte do movimento que estamos vendo hoje é técnico, portanto, é importante que tenhamos tranquilidade. O ideal é que antes de cada tomada de decisão seja feita uma avaliação completa da situação. O mercado de renda variável historicamente é assim mesmo, volátil, mas com horizonte de longo prazo e seleção de boas empresas os riscos são bem menores.
Luiz Alberto Caser, sócio da Valor Investimentos

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