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Servidor da UFes

DNA vai confirmar se corpo encontrado em Aracruz é de jovem que sumiu

Em função do avançado estado de decomposição, família não conseguiu reconhecer corpo encontrado em Aracruz

Publicado em 28 de Junho de 2018 às 13:40

Barbara Oliveira

Publicado em 

28 jun 2018 às 13:40
Servidor e universitário da Ufes Willian Metzker Soares, de 28 anos, sai de casa e desaparece em Vitória Crédito: Reprodução/Facebook Ursula Ebani
A família de Willian Metzker Soares, de 28 anos, que está desaparecido desde o começo do mês, não conseguiu reconhecer o corpo encontrado na última terça-feira (26), em Aracruz, no Norte do Espírito Santo. Existe a possibilidade do corpo ser do estudante de Direito e servidor da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes), mas só um exame de DNA será capaz de confirmar tal suspeita.
Willian desapareceu no dia 5 de junho, quando saiu de casa de moto, no bairro Jardim da Penha, em Vitória. Ao Gazeta Online, a noiva dele, Ursula Ebani, contou que a família do rapaz atendeu ao pedido da polícia e foi até Coqueiral de Aracruz, mas em função do avançado estado de decomposição não foi possível reconhecer o corpo.
"O corpo estava numa situação em que não é possível reconhecer, só exame de DNA. O exame será providenciado e ainda não tem data para o resultado sair. A mãe dele ainda está em Aracruz", contou.
Muito abalada, Ursula afirmou que, apesar das circunstâncias, os familiares procuram manter alguma esperança de encontrar Willian com vida.
"Está todo mundo muito abalado. Eu não consigo sair da cama. Esperança a gente sempre tem. Mas as informações indicam que é ele, então... (pausa e fim da entrevista)". 
O CASO
O estudante de Direito e servidor da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes) Willian Metzker Soares, de 28 anos, está desaparecido após sair de casa de moto no dia 5 de junho, no bairro Jardim da Penha, Vitória. Ele levou apenas uma mochila. De acordo com familiares, ele faz tratamento psiquiátrico.
De acordo com a namorada dele, a universitária Ursula Ebani, de 29 anos, Willian sempre disse que tinha vontade de sair da casa em que mora com os pais. "Ele começou a trabalhar na Ufes em janeiro. Ele havia passado no último concurso. No trabalho, ninguém acreditou quando soube que ele havia sumido, porque disseram que ele estava com o comportamento normal naquele dia", comentou.
FEZ COMPRAS NO DIA QUE DESAPARECEU
Ursula detalhou que no dia em que sumiu, Willian havia se consultado com uma médica, que havia prescrito novas medicações para ele. O universitário chegou em casa se queixando com a mãe sobre os preços dos remédios, alegando que estava sem dinheiro. A mãe o acalmou e saiu para passear com o cachorro. Quando voltou, ele já não estava mais lá. "Rastreamos o cartão de crédito e vimos que ele comprou medicações no dia em que sumiu", afirmou.
 

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