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Transformação

Presos impressionam com artesanatos em projeto de ressocialização no ES

Materiais que seriam descartados como lixo e peças doadas viram bonecos, chaveiros personalizados, colchas, mochilas e almofadas
Redação Integrada

Publicado em 

07 ago 2023 às 12:10

Publicado em 07 de Agosto de 2023 às 12:10

Thor, Gabigol e até o cavalinho do Botafogo, além de outras peças de artesanato são produzidas pelas mãos habilidosas de internos da Penitenciária de Segurança Média 1 (PSME1), que fica em Viana.  Para confeccionar os materiais, os presos participam de oficinas de trabalho realizadas com o objetivo de auxiliar no processo de ressocialização, além de utilizarem materiais doados, como restos de tecidos não aproveitados em fábricas de costura, linhas e demais insumos.
No início do mês, uma remessa especial com mais de 200 peças de artesanatos foi entregue para a Associação Vitória Down. “A gente procurou fazer as características que são os olhinhos mais afastados, o nariz mais achatadinho, tudo para que ficasse semelhante a uma pessoa com Síndrome de Down”, disse o interno Caique Schunk.
O interno Caique Schunk
O interno Caique Schunk mostrando uma das produções Crédito: Yago Araújo
Há também outras peças de crochê como tapetes, conjuntos e bolsas. O trabalho é uma forma de ocupar a mente, reduzir a pena e fazer um bem a sociedade. “Aqui nós trabalhamos e reduzimos nossas penas. O mais gratificante é fazer as doações”, disse José Maria de Jesus.
Em outro ateliê, também dentro da penitenciária, os internos produzem bolsas, bonecas de pano e almofadas. Os objetos nascem de tecidos que seriam jogados no lixo pela indústria e que ganham uma nova forma.
"As lembranças no cárcere nem sempre são todas ruins porque você pode transformar os dias difíceis em facilidade"
Naumir Augusto - Interno
Naumir Augusto
Naumir Augusto segurando uma das mochilas confeccionadas no atelitê do presídio Crédito: Yago Araujo
De acordo com o diretor da penitenciária, Wescley Frizzera, o trabalho é de conscientização e de fazer o interno se sentir valioso. “Isso é muito importante nesse processo de restrição social e é o que a gente procura trabalhar dentro do sistema penitenciário capixaba”, avaliou.
Toda produção dos internos é doada para instituições parceiras. 
Com informações de Any Cometti, da TV Gazeta.

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