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ES decide retomar cirurgias eletivas após queda dos casos de Covid-19

ES decide retomar cirurgias eletivas após queda dos casos de Covid-19

Durante  coletiva na tarde desta segunda-feira (21), secretário de Saúde apresentou a tendência de estabilização de contaminações, o que levou à resolução pelo retorno dos procedimentos

Publicado em 21 de fevereiro de 2022 às 17:04

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Gabriela Molina
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Com a aceleração da vacinação completa e a aplicação da dose de reforço em grande parte da população, o Espírito Santo vive um cenário de queda no número de casos de óbitos e internações por Covid-19. Essa tendência de estabilização de contaminações levou o governo do Estado a decidir pela retomada das cirurgias eletivas, informou o secretário estadual de Saúde, Nésio Fernandes, em entrevista coletiva à imprensa na tarde desta segunda-feira (21).

Secretário Nésio Fernandes, à frente da Secretaria de Saúde do Espírito Santo (Sesa)
Secretário Nésio Fernandes, titular da pasta da Saúde . (Divulgação | Sesa)
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Nesta semana, a totalidade das cirurgias eletivas serão restabelecidas em torno dos serviços de saúde públicos e contabilizados pelo governo do Estado do ES.

Nésio Fernandes
Secretário estadual de Saúde
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Em 30 de janeiro último, o governo do Espírito Santo, por meio da Secretaria de Estado da Saúde (Sesa), havia determinado a suspensão imediata por 14 dias das cirurgias eletivas, com exceção das oftalmológicas, nas unidades da rede pública e privada de saúde em todo o Estado.

Na ocasião, a medida foi tomada devido ao agravamento da pandemia de Covid-19 no território capixaba, que enfrenta a quarta onda da doença em razão da variante Ômicron.

De acordo com o secretário, entre os dias 6 e 20 de fevereiro, o Estado registrou uma queda na taxa de ocupação dos leitos, de 80%  para 70%, referente aos casos confirmados em UTIs e enfermarias públicas do Estado. O recuo foi de 472 para 324 pacientes internados e confirmados pela Covid-19, o que totaliza a diminuição de 32% das internações da rede  SUS. Ainda sobre as internações, o secretário afirmou  não ter sido necessária a ampliação dos leitos mapeados previstos para serem expandidos no enfrentamento à última expansão da Covid-19 no ES.

“O Estado tinha condições de chegar a quase mil leitos de UTIs e enfermarias disponíveis. No entanto, a partir do monitoramento diário realizado no comportamento da pandemia, das projeções de demandas e de novos pacientes internados, não foi necessária a ampliação de todos os leitos que foram mapeados para o enfrentamento dessa nova expansão da doença”, ressaltou Nésio Fernandes.

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