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Em 2023

Dengue no ES: já são 50 mortes, 7 vezes mais que em todo o ano de 2022

Número é sete vezes maior que os óbitos em decorrência da doença em 2022, quando, durante todo o ano, sete pessoas morreram; em 2023, Estado já tem mais de 115 mil casos
Redação de A Gazeta

Publicado em 

10 mai 2023 às 13:33

Publicado em 10 de Maio de 2023 às 13:33

Dengue
Mosquito Aedes aegypti é o transmissor da dengue, vírus zika e chikungunya Crédito: Divulgação
O número de mortes por dengue continua crescendo no Espírito Santo e preocupando cada vez mais a população. No último Boletim Epidemiológico, divulgado pela Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) nesta quarta-feira (10), constam mais de 115 mil notificações da doença, sendo 66 mil confirmadas.
No documento o dado que mais assusta é o número de mortes confirmadas em decorrência da dengue, que chegou a 50, sendo o município de Linhares o com o maior número de óbitos —sendo 6 no total. O número apresenta um aumento expressivo se comparado ao período de todo o ano passado, que registrou sete óbitos no total.
O vírus da dengue é transmitido pela picada do mosquito fêmea Aedes aegypti, o mesmo mosquito pode transmitir o vírus chikungunya, doença que teve um óbito confirmado no Estado —no município de Viana.
A concentração de notificações da doença continua alta, mesmo tendo diminuído nas últimas semanas, na maioria dos municípios capixabas, tendo apenas duas cidades com baixa incidência de dengue. Segundo a Secretaria de Estado da Saúde, os cidades com as maiores incidências da dengue estão localizados no Sul do estado, sendo Divino de São Lourenço o munícipio mais afetado.
A reportagem de A Gazeta procurou a Secretaria de Estado da Saúde para obter mais informações sobre as ocorrências e as medidas de combate à doença no Espírito Santo. A Sesa informou, por nota, que para reduzir o número de casos, orienta os municípios a realizarem atividades de bloqueio de casos com o uso de carros fumacês e bombas costais motorizadas.
O órgão ressalta que a população colabore eliminando qualquer material que acumule água, já que este é o local ideal para reprodução do mosquito.
Segundo a Sesa, o aumento expressivo de casos que está ocorrendo no Espírito Santo, assim como em outros Estados, é sazonal e ocorre a cada três ou quatro anos de baixa no número de casos, aumentando no ano seguinte. 
A secretaria recomenda que caso o munícipe apresente sintomas como febre alta, dor no corpo, dor de cabeça, dor ao redor dos olhos e manchas pelo corpo, deve procurar o serviço de saúde mais próximo de sua residência e manter a hidratação.

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