Sair
Assine
Entrar

Entre para receber conteúdo exclusivo.
ou
Crie sua conta A Gazeta
Recuperar senha

Preencha o campo abaixo com seu email.

Familia Lambert

Casa guarda história dos primeiros imigrantes italianos de Santa Teresa

Erguida em 1875, casa Lambert pertenceu a irmãos pioneiros da imigração italiana na cidade; no local, hoje funciona um museu

Publicado em 13 de Fevereiro de 2023 às 19:48

Viviane Maciel

Publicado em 

13 fev 2023 às 19:48
Casa Lambert guarda história dos primeiros italianos que chegaram a Santa Teresa
Casa Lambert guarda história dos primeiros italianos que chegaram a Santa Teresa Crédito: Hériklis Douglas
No meio das construções modernas, uma casa resiste ao tempo em Santa Teresa, na região Serrana do Espírito Santo. A história da casa Lambert começou em 1875, quando os irmãos Antônio e Virgílio Lambert, pioneiros da imigração italiana na cidade, começaram a construir as estruturas. Quase 150 anos depois, a residência permanece erguida e se tornou Patrimônio Histórico Estadual.
Cada cômodo guarda uma lembrança e cada detalhe mantém viva a memória da família que marca a história do Estado. “Ela tem uma memória, cheiros, sentidos, como se vivesse aqui uma parte da história do povo que iniciou essa colonização em Santa Teresa”, afirma o curador da casa, Célio Perini.
Casa Lambert guarda história dos primeiros italianos que chegaram a Santa Teresa
Três gerações da família Lambert viveram na casa Crédito: Hériklis Douglas
A residência também foi uma das primeiras construções do município. Três gerações da mesma família viveram na casa, até que em 1985 o imovel foi tombado como patrimônio histórico.
Casa Lambert guarda história dos primeiros italianos que chegaram a Santa Teresa
A casa Lambert foi construída em 1875 Crédito: Hériklis Douglas
Agora, a casa funciona como um museu, que conta, através de objetos, painéis explicativos e fotos, a história da família Lambert e da imigração italiana para o Brasil.
Casa Lambert guarda história dos primeiros italianos que chegaram a Santa Teresa
Painéis explicativos e fotos contam a história da imigração italiana em Santa Teresa Crédito: Hériklis Douglas
Casa Lambert guarda história dos primeiros italianos que chegaram a Santa Teresa
Objetos mantidos no museu contam a história da família Lambert  Crédito: Hériklis Douglas
A construção foi feita em estuque, também conhecido como tabique, taipa ou pau-a-pique. Do lado de fora, a madeira é colocada de forma transversal, fazendo com que a água da chuva siga esse fluxo. Acredita-se que esse seja um dos motivos para a casa estar de pé até hoje, com 147 anos.
Casa Lambert guarda história dos primeiros italianos que chegaram a Santa Teresa
A construção foi feita em estuque, também conhecido como tabique, taipa ou pau-a-pique. Crédito: Hériklis Douglas
No primeiro andar fica a cozinha, um dos principais cômodos da casa, onde a família se reunia para fazer as refeições e conversar depois de um dia longo de trabalho. Muitos objetos pertenciam aos antigos moradores e são conservados até hoje.
Casa Lambert guarda história dos primeiros italianos que chegaram a Santa Teresa
Muitos objetos pertenciam aos antigos moradores e são conservados até hoje na Casa Lambert Crédito: Hériklis Douglas
Do lado de fora da casa, no quintal, fica a oficina, onde os irmãos Lambert faziam esculturas e peças para uso cotidiano. A oficina foi herdada por um neto e utilizada até os anos 1990.
Casa Lambert guarda história dos primeiros italianos que chegaram a Santa Teresa
Oficina onde os irmãos Lambert faziam esculturas e peças para uso cotidiano Crédito: Hériklis Douglas
O curador conta que o espaço era muito importante para toda a família. “Aqui eles fabricavam desde machados e enxadas até imagens sacras”, afirma.
Uma dessas imagens esculpida em madeira por Antônio Lambert é mantida na Capela de Nossa Senhora da Conceição, localizada em frente à residência.
Casa Lambert guarda história dos primeiros italianos que chegaram a Santa Teresa
Imagem esculpida em madeira por Antônio Lambert Crédito: Hériklis Douglas

Visitação

A visitação é aberta ao público e gratuita. O museu funciona sextas, sábados, domingos e feriados das 8h às 11h e das 12h30 às 15h30, na rua São Lourenço, no Bairro São Lourenço, em Santa Teresa.

Este vídeo pode te interessar

Viu algum erro?
Fale com a redação
Informar erro!

Notou alguma informação incorreta no conteúdo de A Gazeta? Nos ajude a corrigir o mais rapido possível! Clique no botão ao lado e envie sua mensagem

Fale com a gente

Envie sua sugestão, comentário ou crítica diretamente aos editores de A Gazeta

A Gazeta integra o

Saiba mais

Recomendado para você

PF mira pessoas e empresas suspeitas de caixa 2 nas eleições na Serra
Atriz Alanis Guillen e a ex-namorada, a produtora Giovanna Reis
Após medida protetiva de atriz, entenda Lei Maria da Penha para casais homoafetivos
Detento do semiaberto é morto durante saída para trabalho em Vila Velha
Detento do semiaberto é morto durante saída para o trabalho em Vila Velha

© 1996 - 2024 A Gazeta. Todos os direitos reservados