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Em entrevista

Stephen King 'pede desculpas' por 'prever' pandemia em seus livros nos anos 1970

O escritor norte-americano lembrou calamidade de saúde pública e ‘fake news’ de políticos em suas obras

Publicado em 08 de Maio de 2020 às 17:36

Redação de A Gazeta

Publicado em 

08 mai 2020 às 17:36
Escritor Stephen King
Escritor Stephen King Crédito: Mark Lennihan
Em entrevista à Stephen Colbert, no The Late Show, na quarta-feira, 6, Stephen King se desculpou, em tom bem-humorado, por ter 'previsto' um cenário que remete à pandemia do novo coronavírus em seus livros.
Uma das obras que o escritor citou foi o A Dança da Morte, de 1978, que conta a história de um vírus que gera transformações na sociedade.
"Sinto muito por isso. Quando eu escrevi aquele livro, havia acabado de acontecer um vazamento químico em Utah [Estados dos EUA]. Fui a um médico que eu conhecia e perguntei: 'como seria se uma pandemia matasse 98% da população do planeta? Os olhos dele brilharam. Médicos amam projetar esses cenários apocalípticos, quando são hipotéticos", conta.
Em outro momento, ele relembrou do seu clássico Zona Morta, um romance de suspense sobrenatural lançado em 1979.
"No livro, tinha um personagem, uma espécie de comediante popular, que dizia aos americanos que conseguiria resolver o problema da poluição 'mandando ela toda para o espaço', falou King, referindo-se à declaração de Donald Trump sobre injetar desinfetante nas veias para se proteger do novo coronavírus. A orientação do presidente é uma fake news, inclusive autoridades médicas alertaram que a prática pode causar morte.

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