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MÚSICA

Pet Shop Boys ridicularizam político inglês e Trump em nova canção

'Dê uma Chance à Estupidez' cita frases de americano em chamado irônico por mundo mais 'politicamente incorreto'

Publicado em 08 de Fevereiro de 2019 às 15:10

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08 fev 2019 às 15:10
08/02/2019 - Christopher Sean Lowe e Neil Francis Tennant, do duo britânico Pet Shop Boys Crédito: Joseph Sinclair/Divulgação
O duo britânico de synth-pop Pet Shop Boys apresentou nesta sexta (8) uma nova música que ridiculariza o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e o político conservador inglês Michael Gove.
Chamada "Dê uma Chance à Estupidez", a faixa traz clamores irônicos por um mundo mais auto-centrado e com menos preocupação com o "politicamente correto".
"As pessoas inteligentes já tiveram a palavra/ É hora de os tolos mostrarem o caminho/ Já tivemos o bastante de especialistas e suas conversas/ Por que focar em fatos quando podemos apenas sentir o sentimento?", diz a letra cantada por Neil Tennant.
É uma alfinetada na célebre afirmação de Gove, logo após a eleição que determinou a saída do Reino Unido da União Europeia, o Brexit, de que "as pessoas nesse país já estão cansadas de especialistas".
Mais adiante, Tennant canta: "Garotas estão sempre querendo/ Você tem de agarrar o que puder/ Precisamos de um líder que saiba que dinheiro significa classe/ E com um bom olho para uma bunda perfeita", em referência a Trump, que já enfrentou inúmeras acusações de assédio sexual e abuso e já afirmou que se sentia o direito de "pegar mulheres pela xoxota".
É a primeira canção inédita dos Pet Shop Boys desde o álbum "Super", em 2016. Nos últimos anos, eles vêm lançando versões remasterizadas de suas antigas canções.
O grupo foi sempre marcado por aborar temas políticos em seus trabalhos, como na canção "Opportunities (Let's  Make  Lots  of  Money)", de 1985, cujo título diz "oportunidades - vamos fazer um monte de dinheiro", em inglês, e era uma crítica à então primeira-ministra da Inglaterra Margaret Thatcher (1925-2013).
Anos depois, eles fizeram lobby com o então premiê David Cameron para perdoar oficialmente o matemático Alan Turing (1912-1954), que fora processado pelo Estado britânico na década de 1950 por ser gay.

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