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Revitalização

Mercado da Capixaba: projeto de R$ 3,5 milhões e obras só em 2020

Após revitalização, o novo Mercado da Capixaba vai abrigar 22 lojas equipadas até com cozinha e espaço comum para atividades culturais

Publicado em 12 de Março de 2019 às 14:24

Pedro Permuy

Publicado em 

12 mar 2019 às 14:24
Crédito: Patrícia Scalzer
O novo Mercado da Capixaba é aposta de ponto turístico, gastronômico e cultural da Prefeitura de Vitória (PMV) para a Capital, que já orça parte dos projetos de revitalização do espaço em R$ 3,5 milhões. A proposta é que o espaço, depois de reformado, tenha 22 lojas equipadas até com instalações para cozinha e ainda ambiente para atividades culturais, como shows e lançamentos de livros. 
O esperado pela prefeitura é focar na reforma do espaço e construção de restaurantes e quiosques que mostrem a cultura gastronômica do Espírito Santo. Em seguida, de acordo com o presidente da Companhia de Desenvolvimento de Vitória (CDV), Leonardo Krohling, a PMV deve fazer apenas uma concessão no local, para que um mesmo concessionário administre os espaços disponíveis do Mercado da Capixaba, assim como já acontece nos quiosques de Camburi.
"Hoje, o ambiente está totalmente interditado pela Defesa Civil e Corpo de Bombeiros - isso desde o fim do ano passado. Mas, ainda em 2018, nós fizemos o projeto de reforma estrutural da fachada, calçada e telhado e agora só faltam os projetos sanitário e hidráulico", adianta.
Nós levamos um grupo de investidores e artistas para uma visita técnica e estamos vendo como explorar da melhor forma o ambiente do Mercado da Capixaba. A gente pensa em atender variados tipos de gastronomia, artesanato e ainda um espaço para atividades culturais
Leonardo Krohling, presidente da CDV
Para Leonardo, o Mercado voltará como um ponto turístico - para quem ainda não o conhece - e ainda uma opção para degustar as delícias típicas do Estado. Além disso, a prefeitura prevê que o entorno do local, que fica no Centro de Vitória, fique valorizado com a volta da atividade do ambiente. "Nós vemos que têm muitas lojas vizinhas ao Mercado desocupadas. Com ele funcionando, a ideia é que o Centro também fique mais movimentado", conclui.
LICITAÇÃO DAS OBRAS ATÉ DEZEMBRO
Leonardo adianta ao Gazeta Online que a ideia da prefeitura é licitar a obra até dezembro e iniciá-las em 2020. Para isso, o presidente da CDV espera que os projetos que faltam fiquem prontos até junho para que, até o fim deste ano, esteja tudo em ordem com a parte burocrática que é necessária.
"Pelo andar, até agora, acreditamos que vai dar certo o planejamento e até dezembro tenhamos um prazo para o fim da revitalização", conta, detalhando que o projeto estrutural de recuperação do Mercado já está pronto com a prefeitura desde meados de 2018, quando os primeiros problemas foram identificados.
Segundo Leonardo, desde 2013, existem processos pedindo a remoção dos ocupantes das lojas de lá, mas a interdição por completo só aconteceu no fim do ano passado.
22 LOJAS
Ao todo, o Mercado da Capixaba possui 22 lojas que serão totalmente revitalizadas após as obras no local. Cada loja, conforme adianta Leonardo, será equipada com instalações de gás para acomodar uma cozinha própria, além de entrada de água e energia, bem como encanamentos sanitários, que permitirão banheiros, por exemplo.
A expectativa é que esses quiosques abriguem, em sua maioria, serviços de comida. "Queremos que os visitantes possam ver um pouco das deliciosas comidas típicas que temos no Estado", destaca. Ao mesmo tempo, o presidente da CDV quer que artesãos e artistas usem do novo espaço.
"Também vamos dar espaço para pequenas lojas de artesanato e souvenirs e construiremos um ambiente comum no Mercado que servirá para atividades culturais, como lançamentos de livros, shows e apresentações de artistas locais", conclui.
O MERCADO DA CAPIXABA
Sob o governo de Florentino Avidos, a inauguração do edifício do Mercado da Capixaba aconteceu novembro de 1926. Com amplo pátio que conta com quatro acessos, o prédio tem formato de um trapézio e marcações em relevo na fachada.
Com a construção do Mercado da Vila Rubim, na década de 1960, o Mercado da Capixaba foi mudando de finalidade. Em 1996, foi executada reforma para que passasse a funcionar a Secretaria Municipal de Cultura e Turismo no local e, mais recentemente, em 2002, houve um incêndio na edificação.
Desde 2013, processos foram movidos para desocupação do local, que já corria riscos estruturais, e, no fim de 2018, o espaço ficou completamente interditado pela Defesa Civil e Corpo de Bombeiros.

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